quinta-feira, 28 de março de 2019

E SE DE UM DIA PRO OUTRO TUDO MUDAR?



“A vida na porta da geladeira”, de Alice Kuipers, é um livro bem curto, escrito todo em forma de bilhetes, mas a história que ele representa é muito bonita, mesmo sendo um livro curto você consegue se emocionar e ter mais vontade de saber mais sobre a vida dessas duas mulheres guerreiras.
Comecei a ler esse livro por indicação de uma amiga, que dizia que era um dos melhores livros que teria lido na sua vida toda. Então decidi um dia ler, já de primeira me deparei com um bilhete, que no começo ficou um pouco confuso, mas com o decorrer da história você entende tudo, de primeira também me apaixonei pelo livro e pela história profunda que ele conta, algo me “tocou”.
Bom, a história conta sobre o relacionamento entre uma mãe e uma filha, a mãe é médica, então está sempre trabalhando no hospital. E filha adolescente, Claire. Ambas têm rotinas muito diferentes e um tanto quanto corridas, como praticamente nunca se veem, adotaram uma forma diferente de se comunicar: recados, bilhetes que eram deixados na porta da geladeira. Bilhetes como lista de compras, pedidos, esclarecimentos e até brigas. Tudo escrito de uma forma bem simples em apenas alguns post-its.
                O livro corre por esses bilhetes, mas o impacto é quando Claire descobre que a mãe está com câncer, e que ela tem que fazer uma série de tratamentos, essa parte me doeu muito e não é de se imaginar que algo assim pudesse acontecer e de uma hora pra outra mudar tudo.
O final do livro consegue deixar todos emocionados, e realmente impacta cada um, é uma história muito forte e é um livro muito bom para se refletir sobre como você anda “levando” e encarando a sua vida.
Você acaba esse livro querendo dar um abraço em todo mundo ao seu redor. A história faz com que você veja o mundo de uma forma diferente. O livro traz muito uma mensagem que seria a de não deixar oportunidades de dizer para uma pessoa que você a ama passar. E é por isso que eu amo tanto esse livro e recomendo que você tire um tempinho do seu dia para ler e refletir sobre esse livro, porque vale muito a pena, você não irá se arrepender.

Emily
8º ano



quarta-feira, 27 de março de 2019

Apresentando Morpheus, o “Deus” dos Sonhos.


         Sandman (1989 a 1996), escrito por Neil Gaiman, conta principalmente a história de Sandman um Perpétuo que domina os sonhos. MAS O QUE SÃO OS PERPÉTUOS?
            Perpétuos (no universo da DC Comics) são personificações dos principais aspectos da vida, sendo eles em ordem de nascimento: Destino, Morte, Sonho, Destruição, Ganância, Desespero e Delírio. Eles se chamam assim porque vão viver até o último ser vivo. MAS OS “PERPÉTUOS” SÃO DEUSES?
          Não. Os Perpétuos são os que gerenciam os aspectos da vida, os “deuses” seriam interpretações dos Perpétuos pelos humanos ou personagens de histórias. Com esses conhecimentos prévios, apresentamos o protagonista:
            Sonho, ou mais chamado de Sandman ou Morpheus, tem sua forma humana como um homem alto, pálido, cabelo e olhos escuros, sendo que as pupilas de seus olhos são um branco brilhante, representando um céu estrelado. Veste uma túnica preta, anda com uma cara de sonhando acordado, um pouco melancólico, muito sincero, sendo as vezes grosso por isso. Tem três relíquias que o ajudam a fazer seu trabalho: um capacete de viagens para qualquer lugar; um rubi da essência do sonho, que guarda boa parte de seu poder; e uma algibeira com aldeia mágica que traz o sonho às pessoas. Seu reino (lugar de domínio e “trabalho”) é o Sonhar, onde pode trabalhar e cuidar dos sonhos.
            Em 1916, uma ceita pretendia invocar a Morte, para assim manipular os poderes dela e conseguir vida eterna, mas o ritual foi falho e acabou prendendo Sandman, nesse instante uma menina dorme e nunca mais acordará, um menino acaba tendo seu sonho interrompido e entra em estado catatônico para o resto da vida. E um jovem de 14 anos, que havia mentido sua idade para entrar na 1° Guerra Mundial, tem pesadelos de guerra acordado e não consegue mais dormir.
            Esses foram apenas alguns exemplos, pois o caso da “doença do sonho” se estende até 1988, quando um vigia de Morpheus pega no sono e acaba deixando o Perpétuo invadir o seu sonho, assim escapando.
            Quando chega ao Sonhar, Sandman percebe que suas ferramentas foram roubadas e seu reino está em completa decadência, assim ele decide buscar suas relíquias.
            A primeira estava com John Constantine, um homem que pôs a algibeira em um bazar, mas ao buscar o item, se deu conta de que sua ex-namorada estava com a ferramenta de Morfeus, assim foi a casa da moça, mas estava totalmente abandonada. Eles investigam os quartos e a acham em um estado decadente, cheia de feridas e um pouco desfigurada; a única coisa que a mantinha viva era a areia da algibeira, fazendo-a sonhar com um mundo magnífico. Como um ato de misericórdia, Sandman dá a ela um último sonho bom; assim partindo ao para a próxima relíquia.
             Ele chega ao inferno e fala a Lúcifer que um de seus demônios está com seu capacete. Lúcifer chama todos os demônios para confessar a aquisição do elmo, um se manifesta, e diz que só vai dar o item se Sonho o vencesse em um duelo imaginário.
            O duelo funciona do seguinte modo: os duelistas têm que falar uma “coisa (objeto ou ser vivo)” mais que o outro até um gaguejar. A batalha começa com um lobo e um caçador, mas no final Sonho parece encurralado quando o demônio fala “eu dou a anti-matéria”, mas Morpheus vence rebatendo “eu sou a esperança”.
            Quando Sonho ia embora Lúcifer falou que, se quisesse, os demônios poderiam matá-lo pois ele não tinha poder no inferno, então o Perpétuo disse (essa magnífica frase): “O que seria do inferno se os demônios não pudessem sonhar com o paraíso?” Assim os todos ficaram calados e deixaram Sonho ir embora.
            Nisso vemos um prisioneiro desfigurado, chamado John Dee, em um manicômio, ele recebe a notícia de que sua mãe morreu, e acaba fugindo e pegando o revólver de um guarda. Dee faz uma mulher dar-lhe carona até um local, assim revelando que ele já tinha usado e manipulado o rubi de Sandman para controlar o mundo, mas foi detido e internado no manicômio por isso, assim desabafando sobre sua vida com a moça da carona, que o trata delicadamente e gentilmente.
            Enquanto isso, Sonho descobre a localização do Rubi e vai lá, mas quando pega o artefato, sua energia é sugada pelo objeto (lembrando da modificação que foi feita por Dee); assim desmaiando.
            A narrativa volta a John quando a moça o deixa no destino, ela até o consola dizendo que tudo vai dar certo para ele, o homem agradece a moça parecendo que ele tem sentimentos, mas era tudo fachada; ele dá um tiro a queima roupa na cabeça da mulher, assim mostrando quão sádico e manipulador ele pode ser. John encontra Morpheus caído ao lado do rubi, o pega e esnoba o Perpétuo.
            Ele chega a uma cafeteria 24 horas e faz com que todos esqueçam o tempo, assim os fazendo ter um tipo de paranoia a cada hora, e acaba matando a todos (essa parte serve para mostrar o quão poderoso é o poder dos sonhos se usado de maneira errada). Até que chega Sandman e batalha com o psicopata, num golpe muito poderoso Dee quebra o rubi, achando que venceu, mas ele apenas fez a essência dos sonhos voltar a Sonho. Assim ele tem sua memória apagada e volta ao manicômio.
            Depois de alguns meses, Morpheus se encontra com a Morte, e tem uma discussão com ela, o motivo é porque seu irmão acha o trabalho dele difícil, mas ela diz que o sonhar é lindo, todas as pessoas querem sonhar, mas morrer... ninguém quer morrer! Ela tem de tirar as pessoas a força, sendo tratada com desdém, uma maldição, mas ela só transita a pessoa ao eterno.
            Resolvida a discussão eles vão buscar as pessoas para o último suspiro. Nisso vemos como Morte, mesmo parecendo uma gótica e se vestindo de roupas negras, é superdivertida, animada e gentil.
            Sandman é um dos meus quadrinhos preferidos pois ele não é de super-herói, mas reflete muitas questões sociais e a insanidade, sendo os traços psicodélicos muito legais e os personagens muito cativantes. Não espere algo previsível espere algo diferente. Outro ponto muito bom é o universo que é apresentado, sendo a história que contei a primeira saga de Sandman, pois depois ela se expande muito, criando tramas com os 7 Perpétuos, e até com outras mitologias!
            Sandman é uma experiência de leitura, por isso recomendo ler as HQs se tiver gostado desse texto.
Marino
7º ano



terça-feira, 26 de março de 2019

As aventuras de Harry Potter


            Para mim o Cálice de fogo melhor livro da saga, por vários motivos, deles alguns são: esse é o quarto livro da série onde Harry é "libertado" dos Dursley pela família do Roni. Harry passa algum tempo na toca (como é chamada a casa dos Wesley) até a copa mundial de quadribol, onde ele pode ver ao vivo a final entre Bulgária e Irlanda, onde a Irlanda é campeã com resultado 175 vs 160.
            Eu ainda não consegui acabar de ler o livro, mas até agora estou adorando, principalmente porque as cenas que eu mais gosto de ler são os jogos de quadribol, e neste se passa uma copa do mundo.
             Acontece também um baile de inverno, onde Vitor Krum (famoso jogador da Bulgária) convida como par Hermione, tornando-se o assunto de Hogwarts e deixando Roni com uma boa dose de ciúmes.
            Eu acho muito legal ver como lidaram com este tema, com os sentimentos dos outros, não só porque está no mundo da magia que não se tem os mesmos problemas que a gente.
            No torneio tribruxo Harry é escolhido pelo cálice mágico para participar, apesar de não ter idade. Todos na escola presumiam que ele mesmo havia colocado seu nome no cálice,  mas isso não tinha acontecido. Ele acaba participando de vários desafios com muitas aventuras, até presenciar a volta do lorde Voldemort.
            Eu achei emocionante essa parte porque é cheia de aventura, ler todos os desafios foi uma boa experiência, para mim o torneio foi divertido da primeira à última atividade.     
            Recomendo esse livro pois tem aventura, fortes emoções, diversão e traduzindo é um bom livro para se ler.
 Francisco
6º ano

Veja o trailer do filme pelo link:

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

A Economia de forma simples

“Crash – Uma Breve História da Economia” é um livro que, assim como indica o título, aborda o tema econômico, contando a história do dinheiro, e da forma como nós o utilizamos.
Alexandre Versignassi, autor do livro, parte desde o início, contando desde a história da criação do dinheiro em ouro, escambo, moedas, e moedas digitais. Depois parte a explicar termos como a inflação, a bolsa, e as maiores crises econômicas ao redor do globo.
A introdução, abre o livre contando a história da alta valorização das tulipas na Holanda do século XVII. Muitos dos nobres passaram a apreciar este espécime e, seguindo a lógica da lei da oferta e procura [explicadas no livro] (que aponta que, quanto mais pessoas interessadas na compra de algo, maior o valor do mesmo), teve um grandessíssimo aumento no preço, chegando a trezentos por cento anuais.
Porém, uma hora, os nobres não mostravam mais tanto interesse nas flores, agora muito mais caras do que valiam, a procura acabou, quebrando o círculo e fazendo com que o preço abaixasse muito e então, tornando impossível ganhar dinheiro com este hábito. Muitos dos que viviam da venda destas flores, se viram sem nada de um dia para o outro, já que vários haviam vendido seus bens para investir nesse negócio.
Essa foi apenas uma das muitas crises ocorridas ao longo da história citadas nos capítulos deste livro. Este livro é informativo e tem o intuito de explicar melhor este assunto complicado para um leitor que não necessariamente entende de economia. Devido a se tratar de um tema mais complexo, conta com uma leitura demorada, na qual o leitor tende a, algumas vezes, reler um capítulo para melhor compreensão. Seus capítulos contam sempre histórias independentes dos demais, sendo assim, temos várias histórias curtas, ao invés de uma única história grande.
Eu adorei muito o livro pelo motivo de conseguir cumprir a proposta de explicar Economia para alguém que não entende sobre Economia, que é um assunto de difícil compreensão. Recomendo esta leitura para momentos em que você estiver em um local mais reservado, podendo dar total atenção para o livro.

Viagem Cósmica


Assuntos relacionados à ciência sempre me causaram bastante interesse, principalmente a ciência da astronomia, pois envolve um universo de enigmas que devem estimular a curiosidade de todo mundo, quase tudo é uma incógnita no universo. Foi por isso que quando eu vi esse livro logo chamou a minha atenção, “Morte no Buraco negro e outros dilemas cósmicos” de Neil deGrasse Tyson. O autor desse livro é um cientista bem famoso, conhecido principalmente por explicar com clareza quaisquer que sejam os assuntos. Eu já tinha ouvido falar dele, assisti a uma serie muito boa, na qual ele é o apresentador, chamada “cosmos: uma odisseia no espaço”.
O livro aborda diversos assuntos acerca da astronomia em geral, ele explica desde o sistema solar até como seria morrer em um buraco negro, além de também fazer relações com pontos bem polêmicos como a existência de Deus, o que não é muito comum para os cientistas, mas ele fala que “cientistas não usam a Bíblia como fonte científica, mas como preenchimento espiritual”, o que, na minha opinião, faz todo sentido. Ele relaciona acontecimentos científicos com o cotidiano de nossas vidas e traz algumas curiosidades em relação a tais assuntos, o que torna a leitura mais dinâmica e engraçada, pois, além de tudo, ele ainda conta algumas piadas.
É claro que esse livro vai ser indicado para quem gosta de astronomia e curiosidades do espaço-tempo, vida extraterrestre e afins. Então não é bem um livro de histórias, mas não descarte a ideia de que vai ser interessante. Como eu sou meio obcecada por esses temas, eu não tenho como não gostar. Tenho que admitir que algumas partes do livro eu tive que reler, pois contêm alguns temas mais complexos, mas fora isso, é muito bom.

“Penso em Morte no buraco negro como um portal do leitor para tudo que nos comove, ilumina e aterroriza no universo”
Neil deGrasse Tyson

Isabela
9º Ano



terça-feira, 6 de novembro de 2018

Hortelã e algodão-doce


Eu escolhi ler “A barraca do beijo”, escrito por Beth Reekles, pois assisti ao filme inspirado nesse livro e gostei muito (apesar de ser completamente clichê), eu assisti ao filme 3 vezes e sempre comento com minhas amigas sobre como o casal é fofo, etc.
O livro fala sobre a paixão que Elle Evans alimenta pelo irmão mais velho de seu melhor amigo, Lee.
O que fez a paixão de Elle crescer ainda mais foi quando ela e Lee planejaram uma barraca do beijo para arrecadar dinheiro no Festival da Primavera. Agora, Elle não sabe se segue seu coração ou sufoca seus sentimentos para o bem de sua amizade com Lee, que é seu melhor amigo desde a infância.
Eu gostei muito do livro, apesar de ser bem diferente do filme, a narrativa  também é clichê e muuito fofa. Em alguns momentos da leitura, eu sentia vontade de estar na enorme casa de Lee, ou ir até a confeitaria super fofa na qual Noah, o irmão de Lee, leva Elle.
Gostei muito do fato de Lee ser bem mais compreensivo com Elle do que no filme.
Entre tantas partes fofas do livro, não sei se a minha parte favorita é *SPOILER* quando Elle e Noah se beijam pela primeira vez:

“Quando meus lábios tocaram os dele, senti gosto de hortelã e algodão-doce  […] Retribuí o beijo e esqueci de tudo por um momento” - Capítulo 10, página 96.

Ou quando Noah decide se redimir com Elle por toda a confusão que aconteceu por causa do romance deles e ele leva-a para o topo de uma colina, com vista para o mar e um show de fogos.
Confesso que no começo fiquei com raiva da Elle por esconder coisas de seu melhor amigo, mas entendo-a. Afinal, como ela contaria?
Também achei Noah meio babaca em algumas partes do livro por ser controlador com a Elle e não deixar ela sair com os caras ou usar roupas decotadas, ele usa a desculpa de que quer o bem dela, mas no final ele melhora.
Eu com certeza recomendo esse livro, principalmente se você gosta de clichês e de romance adolescente.

Beatriz
8º ano



O lago das sereias e olimpianos



Essa história, do autor Rick Riordan, é uma história em quadrinhos. Eu comecei a ler esse livro porque antes eu li um livro que era uma história falsa de Percy Jacksom, então vi esse livro na biblioteca e peguei, quando li gostei.
 Era o último dia de aula para Percy e Annabet, eles são meio sangue, metade humano e metade deuses. Antes da aula de educação física eles se depararam com os valentões.
Na aula de educação física os valentões se transformaram em monstros e começaram a atirar bolas com rastros de fogo, quando a bola de fogo ia atingir Percy, seu amigo Tyson pulou na frente da bola e Percy não foi queimado, mas os valentões lançaram outra bola que atingiu Percy, que voou para fora do ginásio. Na hora de voltar para casa, sua mãe disse que ele não poderia ir ao acampamento de meio sangue,  o acampamento meio sangue é o lugar onde os meio sangue vão passar o verão.
Percy, Annabet e Tyson foram até lá, quando chegaram viram que Grover, o professor de Percy iria embora, pois Zeus o havia culpado de ter envenenado uma árvore. No dia seguinte, começou o acampamento, todo o ano eles faziam no primeiro dia uma corrida para começar o acampamento, mas quando começou a corrida vieram corvos da morte atacando todas as carruagens. Quando os corvos saíram, quem tinha ganhado tinha sido Clarisse. Annabet ficou irritada, pois tinham sido atacados por corvos e disse que não era justo que ela ganhasse.
Depois de alguns dias eles foram para uma missão para descobrir quem tinha envenenado a árvore. Eles tinham que ir para a montanha do ciclope, mas antes teriam que passar pelas sereias.
Ao anoitecer, Percy pediu para que Annabet o amarrasse no mastro do barco, pela meia-noite as sereias começaram a cantar e Percy não se controlava, ao amanhecer Annabeth desamarrou Percy do mastro.
Depois de algum tempo eles chegaram até a montanha de Polifemo, para passar tiveram que se agarrar em baixo das ovelhas, mas quando estavam entrando Polifemo os viu e perguntou qual era o nome de Percy, ele disse que era ninguém. Polifemo estava tentando o pegar, quando o pegou Annabeth lançou uma espada que o cortou. Polifemo então bateu em Annabeth e fez-lhe um corte na cabeça, Annabeth então desmaiou. Quando tinham acabado a luta com Polifemo, curaram Annabeth com um velocino.
Eu gostei bastante do livro, mas acho que poderia ter um final melhor, dizendo melhor quem é a filha de Zeus, pois o livro só diz que ela se chama Thalia. Poderia dizer mais, como eles conversarem por um tempo e ter uma cena de luta com ela incluída. Gostaria que o livro fosse mais específico porque eles estavam indo até a montanha do ciclope.
Também queria que tivesse mais ação, mais luta, porque no livro não tem tanta. O livro fala de aventura, mas tem muita fala onde não tem tanta aventura. Se eles fizessem mais coisa, como lutar contra outros monstros, o livro ficaria mais interessante e divertido. 

Lóris
6º ano

Além da Magia

Eu conheci este livro no dia do meu aniversário de 12 anos, eu ganhei ele da minha amiga Beatriz. Você também já ganhou, com certeza, um...