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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Simplesmente Ana

        O livro “Simplesmente Ana” é uma daquelas histórias bem clichê, mas, né, quem não gosta de um bom clichê de vez em quando?
         O livro, que foi escrito por Marina Carvalho, conta a história de Ana que é uma menina simples, que cursa faculdade de direito e mora em Belo Horizonte com sua mãe.
        Ana nasceu sem seu pai, a única coisa que sabia era que ele havia deixado sua mãe quando descobriu sobre a gravidez, bom, pelo menos é o que sua mãe sempre contou. Mas sua vida mudou completamente quando ele resolveu aparecer depois de tantos anos e de ela já ter se acostumado a não ter um pai presente. Mas nisso Ana descobre que sua mãe mentiu a vida inteira e quem havia deixado seu pai havia sido sua mãe. E a mãe de Ana havia deixado seu pai por achar que ele não ia assumi-la e também por não querer se envolver com a família real.
        Imagina você descobrir que seu pai é um rei? Sim, o pai de Ana era o rei da Krósvia e isso a tornou uma princesa. Ao descobrir isso, Ana vai para Krósvia com seu pai por três meses, mas o que ela não sabia era que sua vida iria mudar completamente depois dessa decisão e que ela nunca mais voltaria a ser a mesma também.
Lá, Ana acaba se envolvendo com o filho da sua madrasta, que já era falecida; Ana vira a princesa de Krósvia e sua vida começa a ficar muito turbulenta, e ela perde a paz total; Ana é sequestrada por pessoas que queriam seu pai morto, entre muitos outros acontecimentos.
           "Simplesmente Ana" é um livro que te prende, que te faz sentir as emoções dos personagens e que te faz querer ler até a última página.

Isabella
9º ano

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Uma menina e seu diário

         O livro “O Diário de Anne Frank” é, nada mais nada menos que, um diário de uma menina judia, a qual vivia na Alemanha nazista. O seu diário, apelidado carinhosamente de Kitty, por piores que fossem as circunstâncias de Anne Frank, não passava de um “mero diário” de uma “pré-adolescente comum”; contando sobre suas angústias, paixões, etc...
         Ele conta diversas situações da vida de Anne Frank, uma vítima real do genocídio em massa que foi o holocausto, e apresenta diversas situações chocantes sobre a vida de um judeu durante este período.
      Eu recomendo muito essa leitura. Como você não leu ainda? Ele possui uma linguagem simples e, por ser um diário, você fica instigado a ler e descobrir seus segredos. Caso se esforce um pouco, você realmente consegue sentir o que Anne sentiu enquanto escrevia.
         Caso você nunca o tenha lido, eu peço gentilmente para você ir à biblioteca AGORA para lê-lo, grata~~

Júlia
9º ano

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

“Seja qual for a matéria de que nossas almas são feitas, a minha e a dele são iguais”


          Decidi ler esse livro por uma recomendação de uma amiga, perguntei para ela se sabia de um bom livro de romance e ela me indicou “After”, escrito por Anna Todd.
           Sinceramente, “After” foi uma das melhores coleções que já li, essa história se passa ao longo de cinco livros, mas agora vou lhe contar um pouco sobre o primeiro. O livro relata o romance conturbado entre Tessa e Hardin, dois apaixonados pela literatura, mas muito diferentes um do outro. Tessa é aplicada, certinha e tem a mania de organizar sua vida com alarmes. Hardin é um rapaz todo tatuado, com piercings e que vive numa fraternidade, a sua vida é festas, sexo, álcool e violência.
           Agora você deve estar pensando “é só mais um romance clichê”, mas não é, a cada página você se surpreende mais e mais com essa história incrível, na qual ambos têm que lutar contra os demônios e os medos do seu passado, ambos partilham a angústia de terem tido pais alcoólatras e Hardin, para piorar, assistiu a mãe ser violentada.
           Acreditem, a história é linda. Vai te fazer puxar os cabelos, chorar, rir e ficar encantada, é muito mais do que um clichê adolescente. Do fundo do coração, essa é uma história que vale a pena ler.

Mariah
9ºano

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Um cavaleiro maluco


         Decidir ler esse livro "Dom Quixote", depois de receber indicações para ler lê-lo, além de gostar desse tipo de livro, com várias aventuras ridículas, como iremos ver.
        O livro trata de um fidalgo espanhol fã de romances de cavalaria que leu demais essas histórias heroicas. Por conda disso, delirou e decidiu sair pelo mundo afora para poder resgatar sua princesa, cujo nome é Dulcineia.
     Dom Quixote de La Mancha encontra seu vizinho, Sancho Pança, que vai vir a ser seu fiel escudeiro, que só entra nessa aventura pois lhe foi prometido uma ilha, mesmo isso significando deixar sua família e casa para atrás. Sancho Pança tinha um costume de sempre falar muitos ditados, além de ser realista e sério, nunca faltou com respeito ao cavaleiro. 
       Durante essas viagens, Dom Quixote com toda a sua alucinação "enfrentava" moinhos de vento achando que eram gigantes, atacava rebanhos de ovelhas pensando que eram ladrões, e muitas coisas do tipo, e sempre se ferrava, mas arranjava uma desculpa para não assumir que estava delirando, essas desculpas eram super esfarrapadas como: só perdi pois batalhei com um inimigo que não era cavaleiro como eu, por isso Deus me castigou.
        Quer saber se Dom Quixote encontrou sua princesa Dulcineia? leia e se surpreenda

Emiliano 
9º ano

segunda-feira, 15 de abril de 2019

“Ele poderia ser qualquer pessoa”


            Eu resolvi ler o livro “Precisamos falar sobre Kevin”, de Lionel Shriver, por recomendação de um amigo, e acabei gostando bastante. “Kevin” é um menino que aos 15 anos assassina sete de seus colegas, uma professora e um trabalhador da cantina na sua escola. A história é contada através de cartas que a mãe de Kevin, Eva, escreve ao seu marido ausente. Nessas cartas Eva narra sua vida e sua convivência com seu filho desde antes de seu nascimento, e tenta descobrir o porquê da “quinta-feira” (é assim que ela chama o incidente) e se ela poderia ser culpada por aquilo.
            Uma das coisas que gostei no livro foi o jeito como é contado, pois através das cartas, parece que a personagem está conversando com você e você consegue sentir suas angústias. Um fato interessante é que você nunca sabe o quanto pode “confiar” no que Eva conta, pois como ela mesmo fala ela sempre acreditou no pior a respeito de Kevin e realmente é apenas um lado da história.
            É um livro muito interessante, não só pela personalidade perturbadora de Kevin, mas também porque apesar de a personagem principal (Eva) ser tudo que ela diz odiar sobre os Americanos – egoísta, mimada, hipócrita e ignorante – você acaba gostando dela e se importando com o que lhe acontece.
            Gostei muito do livro, tanto do jeito como é contado quanto da história em si, que te deixa querendo saber o que vai acontecer. Recomendaria o livro, mas realmente nem todos iriam gostar pois é uma leitura mais pesada, não só por o personagem assassinar seus colegas, mas também pelos relatos da mãe e seu relacionamento distorcido com o filho.

Frase de Eva se referindo a Kevin (p. 386) :

“Olhando em volta, pensei inquieta: Ele poderia ser qualquer pessoa”

 Luna V. D.
9º ano



segunda-feira, 8 de abril de 2019

Sonata para violoncelo nº 3



Sobre o livro “Se eu ficar”, da autora Gayle Forman. Decidi ler esse livro por uma indicação gritante da minha amiga, que não me deu muita opção em relação a essa leitura. Esse livro começa de uma forma bem suave, em um cenário reconfortante, construído pela narração de Mia, que fala de uma manhã que, apesar de estar fria na sua pequena cidade localizada no estado de Washington, nos Estados unidos, sua casa parece um ambiente bem agradável, com toda sua família indo tomar café, sendo esses, Mia, sua mãe, seu pai, e seu irmão mais novo, Teddy, que na maioria das suas memórias é quem agita toda a casa.
 A família decide fazer uma visita de carro aos avós paternos de Mia e Teddy, e a partir do acidente que ocorre nessa viagem o cenário da história muda completamente. A colisão do carro de Mia com um caminhão traz a ela uma condição muito estranha na qual sua consciência deixa seu corpo e fica tendo uma visão, na terceira pessoa, de tudo que está acontecendo; assim Mia descobre que seus pais estão mortos e seu corpo está em estado grave, porém como sua consciência acompanha seu corpo de certa forma ela não sabe do estado de seu irmãozinho. A narrativa do texto continua dessa forma, com Mia se vendo fora de seu corpo, até que começam a vir pedaços de suas memórias que vão complementando a história enquanto alternam com o presente, em que a menina está internada no hospital.
Escolhi esse título para o texto pois a Sonata para violoncelo nº 3 foi a última música que Mia ouviu com a sua família, e que continuou tocando mesmo após a batida do carro.
Posso dizer que minha experiência de leitura com esse livro foi muito boa, apesar de eu ter ficado impaciente quase toda a metade do livro porque o namorado da Mia nunca chegava para vê-la no hospital:  na minha opinião o livro tem uma linguagem bem fácil de se entender e que, apesar das coisas demorarem para acontecer, a forma como o livro é escrito é bem clara e objetiva. Além da forma como o livro foi escrito, acho que ele possui uma história bem envolvente que prende o leitor. Uma leitura que eu recomendo para qualquer público, pelos motivos citados anteriormente.

Flora,
9º ano



quinta-feira, 4 de abril de 2019

Um amor não convencional



            O livro que eu escolhi para mostrar para vocês se chama “A culpa é das estrelas”, escrito por John Green, um autor que geralmente escreve livros especialmente para jovens.
           Decidi ler este livro pelo fato de ter uma capa bem simples, porém bonita e chamativa ao mesmo tempo, e também por conta de ter ouvido vários elogios vindos de amigos e familiares (e que por sinal é muito bom mesmo!).
            Esse livro é perfeito para você que gosta de romance, e adora a emoção de “chorar lendo”, então já prepare a sua caixa de lenços!
            O livro conta a história de uma jovem adolescente estadunidense, chamada Hazel Grace, que possui câncer no pulmão, e por conta disso vai em um grupo de apoio, para pessoas que (infelizmente) tem algum tipo de câncer. Lá encontra o encantador Augustus Waters (que vai para o grupo acompanhar seu amigo que vai perder seus olhos em pouco tempo por causa de seu câncer nos olhos), com quem começa um lindo romance e juntos mostram uma história de amor muito bonita. Dentro de tudo que acontece, uma das coisas mais importantes é que os dois vão para Amsterdã em busca de respostas sobre um livro que Hazel leu.
            Nessa viagem acontecem muitos conflitos que deixam nós (leitores) muito mais entretidos na história do que já estávamos,e a cada segundo que você lê, da vontade de nunca mais parar! Foi assim que me senti e tenho certeza que você vai se sentir assim também.
            Adorei o livro por conta dele falar sobre uma doença real de suas complicações, e mostra também que: se duas pessoas se amam de verdade, não importa o que acontecer, tudo é possível se as duas quiserem ;)

Raquel,
9º ano



segunda-feira, 12 de novembro de 2018

A Economia de forma simples

“Crash – Uma Breve História da Economia” é um livro que, assim como indica o título, aborda o tema econômico, contando a história do dinheiro, e da forma como nós o utilizamos.
Alexandre Versignassi, autor do livro, parte desde o início, contando desde a história da criação do dinheiro em ouro, escambo, moedas, e moedas digitais. Depois parte a explicar termos como a inflação, a bolsa, e as maiores crises econômicas ao redor do globo.
A introdução, abre o livre contando a história da alta valorização das tulipas na Holanda do século XVII. Muitos dos nobres passaram a apreciar este espécime e, seguindo a lógica da lei da oferta e procura [explicadas no livro] (que aponta que, quanto mais pessoas interessadas na compra de algo, maior o valor do mesmo), teve um grandessíssimo aumento no preço, chegando a trezentos por cento anuais.
Porém, uma hora, os nobres não mostravam mais tanto interesse nas flores, agora muito mais caras do que valiam, a procura acabou, quebrando o círculo e fazendo com que o preço abaixasse muito e então, tornando impossível ganhar dinheiro com este hábito. Muitos dos que viviam da venda destas flores, se viram sem nada de um dia para o outro, já que vários haviam vendido seus bens para investir nesse negócio.
Essa foi apenas uma das muitas crises ocorridas ao longo da história citadas nos capítulos deste livro. Este livro é informativo e tem o intuito de explicar melhor este assunto complicado para um leitor que não necessariamente entende de economia. Devido a se tratar de um tema mais complexo, conta com uma leitura demorada, na qual o leitor tende a, algumas vezes, reler um capítulo para melhor compreensão. Seus capítulos contam sempre histórias independentes dos demais, sendo assim, temos várias histórias curtas, ao invés de uma única história grande.
Eu adorei muito o livro pelo motivo de conseguir cumprir a proposta de explicar Economia para alguém que não entende sobre Economia, que é um assunto de difícil compreensão. Recomendo esta leitura para momentos em que você estiver em um local mais reservado, podendo dar total atenção para o livro.

Viagem Cósmica


Assuntos relacionados à ciência sempre me causaram bastante interesse, principalmente a ciência da astronomia, pois envolve um universo de enigmas que devem estimular a curiosidade de todo mundo, quase tudo é uma incógnita no universo. Foi por isso que quando eu vi esse livro logo chamou a minha atenção, “Morte no Buraco negro e outros dilemas cósmicos” de Neil deGrasse Tyson. O autor desse livro é um cientista bem famoso, conhecido principalmente por explicar com clareza quaisquer que sejam os assuntos. Eu já tinha ouvido falar dele, assisti a uma serie muito boa, na qual ele é o apresentador, chamada “cosmos: uma odisseia no espaço”.
O livro aborda diversos assuntos acerca da astronomia em geral, ele explica desde o sistema solar até como seria morrer em um buraco negro, além de também fazer relações com pontos bem polêmicos como a existência de Deus, o que não é muito comum para os cientistas, mas ele fala que “cientistas não usam a Bíblia como fonte científica, mas como preenchimento espiritual”, o que, na minha opinião, faz todo sentido. Ele relaciona acontecimentos científicos com o cotidiano de nossas vidas e traz algumas curiosidades em relação a tais assuntos, o que torna a leitura mais dinâmica e engraçada, pois, além de tudo, ele ainda conta algumas piadas.
É claro que esse livro vai ser indicado para quem gosta de astronomia e curiosidades do espaço-tempo, vida extraterrestre e afins. Então não é bem um livro de histórias, mas não descarte a ideia de que vai ser interessante. Como eu sou meio obcecada por esses temas, eu não tenho como não gostar. Tenho que admitir que algumas partes do livro eu tive que reler, pois contêm alguns temas mais complexos, mas fora isso, é muito bom.

“Penso em Morte no buraco negro como um portal do leitor para tudo que nos comove, ilumina e aterroriza no universo”
Neil deGrasse Tyson

Isabela
9º Ano



segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Le Meurtre Mystérieux

Assassinato no Expresso Oriente”, de Agatha Christie, é um ótimo livro para os fãs de romances policiais. O protagonista dessa obra é o famoso detetive belga, Hercule Poirot, que recebe um telegrama na recepção do hotel em que se hospedaria, na Turquia, pedindo o seu retorno imediato à cidade de Londres na Inglaterra. Com isso Poirot embarca no Expresso Oriente, que está estranhamente cheio nessa época do ano. Na metade do caminho o trem é impedido por uma nevasca na Iugoslávia, o que deixa todos muito preocupados, pois estariam presos ali por um tempo indeterminado. Mas, para piorar a situação, no meio dessa viagem um passageiro, que tinha diversos inimigos, é brutalmente assassinado durante a noite, deixando assim Poirot no papel de desvendar este assassino.
A autora produziu uma narrativa investigativa que te prende do início ao fim. Ao longo do livro, Hercule vai descobrindo novas pistas sobre o caso fazendo o leitor, junto ao detetive, ir criando suas próprias hipóteses de quem seria esse misterioso assassino.
A medida que vamos nos aprofundando nessa investigação perguntas, respostas e reviravoltas surpreendentes vão surgindo a todo momento, fazendo com que seja quase impossível parar de ler, sempre tendo aquele sentimento de “o que será que vai acontecer agora?”, proporcionando uma leitura muito emocionante. Outro ponto que achei muito bem desenvolvido por Agatha foi toda a conexão de relacionamentos que foi criada entre os suspeitos do crime e um final que foge completamente de todas as teorias que vamos formando ao decorrer do livro.
Eu realmente gostei muito deste livro, a autora descreve muito bem todo o desenrolar da história e faz eu me sentir como se estivesse presente em todos os interrogatórios, em geral é um livro que eu indico para todos que gostariam de ter uma leitura empolgante e cheia de emoções assim como eu tive.

Liu
9° Ano



segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Lugar nunca (como o nome do livro deveria ser se a tradução fosse melhor)


                                                                                                
Eu decidi ler esse livro, porque meus pais mandaram, porém valeu a pena. O nome do livro é “Lugar nenhum”, porém deveria ser “Lugar nunca”, pois em inglês (a língua original do livro) o nome é Neverwhere. Esse livro foi escrito por Neil Gaiman.
  O livro começa falando um pouco da vida do personagem principal, Richard Matthew. Richard morava em londres e tinha uma vida normal. Certo dia, quando estava com sua esposa a caminho de um jantar com o chefe dela, uma menina apareceu na frente dele sangrando. Ela pediu ajuda e Richard ia chamar a ambulância, mas a menina pediu para que ele não fizesse isso e só a mandasse para um lugar seguro. A esposa do protagonista, que sabia que o jantar com o chefe era importante e não queria chegar atrasada, pediu ao marido que deixasse que a próxima pessoa ajudasse a garota e que fossem para o restaurante. Ele recusou a oferta e levou a garota para casa.
  Depois de um tempo conversando com a menina, Richard descobriu que o nome da menina/dela era Door e que ela estava sendo perseguida por dois homens, pois tinha um poder de abrir portas. Além disso, Matthew descobriu que tinha além de uma Londres normal uma Londres de baixo, que estava presa em muitos momentos no tempo. Richard foi acompanhar Door para Londres de baixo. 
  De tempos em tempos na Londres de baixo tinha um mercado que mudava de lugar todas as vezes. A dupla foi ao mercado e lá achou o Marquês de Carabás. O Marquês era um homem extremamente capaz, que por ser salvo pelo pai da Door, tinha uma dívida com ela. Door queria descobrir porque mataram sua família e porque estava sendo perseguida. No mercado tinha uma lei de não violência, mas para Door poder sair do mercado em segurança precisava de uma guarda costas. Depois de um concurso de luta, Door escolheu a vencedora, Hunter.
  Juntos o quarteto foi para a antiga casa de Door para ver alguma pista de o que fazer. O Marquês achou uma nota para ir para a casa do anjo Islington então foram lá. Para chegar na casa do anjo precisavam passar por um labirinto com uma besta. Hunter lutou contra a besta e perdeu, mas com a besta já enfraquecida Richard acertou a besta com uma lança e a matou. Com a besta morta eles conseguiram chegar na casa de islington. (ALERTA SPOILERS!) Mal eles esperavam mais era uma armadilha. Os dois homens que queriam matar Door estavam lá esperando e o anjo, que os protagonistas acharam que era bondoso, na verdade tinha contratado os capangas. Ele precisava de Door para abrir a porta do paraíso por ele. A garota estava preparada para abrir a porta, mas em vez de abrir para o paraíso, abriu para o pior lugar que pode pensar. A porta ao ser aberta começou a puxar todos para ela. Door, O Marquês e Richard conseguiram se segurar, mas o anjo e os capangas foram puxados.
Richard continuou na Londres de baixo, com Door, e o Marquês finalmente pagou sua dívida. Assim acaba o livro.
  Achei o livro bem divertido. A Londres de baixo na verdade era um lugar preso em vários tempos (por isso Lugar nunca) e achei isso muito interessante. Por exemplo, por um tempo Londres não tinha esgoto, mas tinha muita poluição então fedia muito. Na Londres de baixo do livro tem um lugar em que esse tempo continua. Recomendo a leitura, mas se você leu a parte com spoilers o livro perde parte da graça. Ainda assim se você se interessou teve muitos acontecimentos interessantes e importantes que eu não contei, então a leitura pode ser agradável de qualquer jeito.

Gil
9º ano

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Comédias Sem Graça Para Se Ler Na Aula De Leitura

O livro de que eu vou estar falando hoje é o "Comédias para se ler na escola", do Luis Fernando Veríssimo, que já começa dizendo: "se você ler esse livro e ainda assim não gostar de ler, acho que não podemos fazer nada a respeito". Terminando de ler o livro, realmente, pelo menos o autor desse livro não pode fazer nada a respeito.
Esse livro é um livro de contos de comédia, com histórias sobre crianças, adultos, etc., mas ainda assim em alguns dos contos nem dava para encontrar a piada, ou era algo extremamente forçado que não tinha nada a ver com a história. Por exemplo, o conto "Adolescência" começa contando como um garoto odiava tomar banho, e por isso era chamado de cascão, até aí tudo bem, mas, no meio do conto, enfiaram que ele queria tocar violino, e assim a vizinhança toda pagava a empregada apenas para o guri não tocar mais o violino. Se a piada era sobre o violino, por que colocariam que ele não toma banho? Ou não dava para pensar em alguma piada com o caso de ele não tomar banho?
Outro conto, em que eu não consegui encontrar a piada, foi "A espada", que conta como um menino virou um super-herói com uma espada trovão. Esse conto parecia algo mais sério que uma comédia, pois o menino sai de casa com 7 anos sozinho, com a concessão do pai (e que ótimo pai hein!), e no final, o pai vai contar para a mãe que o filho herdou a espada do trovão e tem que sair por aí combatendo o crime. Cadê a piada? Não achei.
Para finalizar, eu gostaria de falar o que eu achei. Se você quer dar um livro para seu filho/a de 6 anos que acabou de aprender a ler, vá em frente e dê esse, mas se você quer dar um para seu filho/a de 14 anos, dá um Harry Potter para ele, que esse aí ele vai parar de ler no segundo conto. Esse livro claramente não foi escrito para alguém da minha idade, parece mais para alguém de 6 a 10 anos, mas fora isso, acho muito difícil alguém realmente gostar desse livro, mas por opinião pessoal, não comprem, não vale a pena, mas pode pegar na biblioteca para ler na aula de leitura, tem umas letras gigantes e umas 100 páginas. Eu particularmente, não gostei do livro, mas como eu tinha que escrever o texto para o blog, decidi acabar esse mesmo pois era uma leitura fácil de se entender.

Caio
9º ano



quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Harry Potter- relendo


Harry Potter é um livro muito bom de ler, principalmente para quem não é muito fã de leitura, mas gosta da série de filmes e da história de Harry Potter em si.  Não andava muito querendo ler nenhum livro, confesso, porém durantes as férias de julho fiquei um pouco entediada e um dia resolvi pegar um dos livros que estava na minha prateleira para ler, esse livro era “Harry Potter e a ordem da Fênix”.  Sim, já li todos os livros da série de Harry Potter, mas pelo fato deste ser o maior deles, com mais de 700 páginas, não me lembrava de muitos detalhes e achei legal reler.
“Harry Potter e a ordem da fênix” é o livro considerado pela autora o mais sombrio da série, nele Harry está adolescente, com 15 anos, e seu comportamento evidentemente muda em relação aos outros livros.
No começo da história Harry está de férias na casa dos Dursley, aflito com a volta de você-sabe-quem, faz de tudo para obter notícias sobre o que ele poderia estar tramando, porém seus tios não deixam Harry assistir ou ler os jornais, e Rony e Hermione não mandam cartas com mais de 2 frases pelo menos. Assim Harry se sente completamente excluído por seus amigos e de fato demonstra uma atitude revoltada, gritando algumas vezes, principalmente por descobrir sobre a Ordem muito mais tarde que os outros. A Ordem da Fênix é uma sociedade secreta criada para derrotar o lorde das trevas.
Na volta para Hogwarts, Harry descobre que Dumbledore está enfrentando muitos problemas pelo fato de o Ministério da Magia se recusar a acreditar na volta de Lord Voldemort. Harry também enfrenta alguns problemas por esse fato, pois vários alunos de Hogwarts e alguns amigos, prováveis leitores do “Profeta Diário”, também não acreditam em Harry, além das detenções da nova professora de defesa contra artes das trevas, Dolores Umbridge.
A professora Umbridge com certeza é a personagem do mundo de Harry Potter mais odiada, E COM RAZÃO, se você é fã de Harry Potter ou já viu os filmes, provavelmente concorda comigo. Ver as cenas que ela aparece no filme já dá muita raiva, imagina no livro, muito mais agoniante.
Ela é a nova professora de defesa contra as artes das trevas e uma tentativa do ministério de intervir em Hogwarts, assim se recusando a dar sua matéria prática e ensinar apenas a parte teórica, o que está nos livros, que foram renovados e que têm apenas a utilidade para os alunos passarem nos N.O.M´S (provas importantes que definirão as carreiras dos estudantes). Umbridge também tinha a tarefa de espionar Dumbledore, a pedido de Fugde (Ministro da Magia), que em seu maior grau de paranoia achava que Dumbledore queria roubar seu cargo de ministro.
A pedido de alguns amigos, Harry formou a chamada “Armada de Dumbledore”, que tinha como objetivo ensinar a forma prática da defesa contra as artes das trevas, preparando-os para a volta do lorde das trevas.
Eu gosto muito desse livro pois ele tem uma abordagem mais sombria da história, mostrando o amadurecimento dos personagens, principalmente de Harry. Porém a história não tem apenas momentos sombrios e mais sérios, não, tem momentos bem engraçados, com a magia e delicadeza que já conhecemos.
“-Então? – Perguntou-lhe a professora, zangada- É verdade? - É verdade o quê? – Perguntou Harry, um pouco mais agressivamente do que pretendia - Professora? – Acrescentou tentando parecer mais educado.
 - É verdade que você gritou com a professora Umbridge?- Sim, senhora.
- Chamou-a de mentirosa?
-Chamei.
- Disse a ela que que Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado voltou?-Sim, senhora.A professora McGonagall sentou-se na escrivaninha, observando Harry com a testa enrugada. Então disse:- Coma um biscoito, Harry.” (página, 184)

Também são abordados temas mais políticos, como o ministério, forma de governo, intervindo na mídia, Profeta Diário, e em Hogwarts, escola. Além do F.A.L.E, organização de ajuda aos elfos domésticos, criada por Hermione, da qual ela fala muito durante o livro.
Também é apresentada uma das melhores personagens da série, Luna Lovegood. Porém também perdemos um personagem, um dos meus favoritos, Sirius Black.
Enfim, amo esse livro e super recomendo, não tenham preguiça, vale muito a pena.

Beatriz
9º ano


quinta-feira, 20 de setembro de 2018

“Dragão Simplesmente Minúsculo” e etc.



              O livro ao qual eu me refiro é “A garota que bebeu a lua”, da Kelly Barnhill. Me interessei por esse livro pelo título e capa que me pareciam interessantes, além da sinopse que parecia ser bem “viajada”, coisa que me cativou.
              Trata-se de uma vila chamada Protetorado, onde, por causa de uma lenda, todo ano a criança mais nova da vila é levada a uma floresta amaldiçoada para servir de oferenda a uma bruxa. Acontece que essa bruxa na verdade é boa e leva os bebês para outras vilas para que tenham uma vida feliz, além de dar-lhes estrelas para beber na viagem.
              A história já começa com um desses rituais e somos apresentados aos Anciãos, eles são os sujeitos que mandam na cidade, e além deles temos um garoto chamado Antain, que é neto do Ancião “chefe” (já faz uns meses que eu terminei o livro, então não lembro exatamente do termo que eles usavam), ele estava na missão pois era aprendiz do avô. Durante essa missão, a mãe da criança surtou e foi levada a uma espécie de convento e a criança foi levada sem nenhum ressentimento, exceto pelo menino que lembrará dessa história para sempre. Ressaltando que todos os mencionados nesse resumo tem grande importância no livro.
              A criança, como todas as outras, é resgatada pela bruxa. Porém durante a viagem ela estava com muita fome e a bruxa resolveu dar um pedaço da lua para ela beber, e isso “embruxou” a menina, fazendo com que a velha tivesse que ficar com a criança. A mesma, apesar de estar com receio, adorou a ideia de ter uma neta e apelidou a menina de Luna.
          Eu simplesmente adorei esse livro, consigo imaginar perfeitamente todos os cenários propostos, mesmo sendo tão “diferente”, eu poderia escrever mais umas 20 linhas de resumo pois ele é muito detalhado e grande parte dos detalhes interferem na história. Eu facilmente me cativo pelas coisas, porém chego a sonhar com certas partes do livro, e até hoje penso em frases marcantes que ele proporciona. Ele é aquele tipo de livro que tem várias histórias paralelas e todas se entrelaçam formando um “plot” imenso, mas que de certa forma faz muito e nenhum sentido. Não é à toa que é comparado com alguns clássicos como “O mágico de Oz”, pois ele mostra um mundo totalmente novo e, mesmo com tantos problemas, se mostra melhor que nossa realidade.

Carolina
 9ºano

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

A Cidade Que Apaga



E aí, gente, hoje eu irei comentar sobre o livro ”A Cidade Das Sombras”, da autora Jeanne DuPrau. Quando eu vi esse livro pela primeira vez ele me chamou pela sua sinopse, porque parecia um livro de suspense e eu adoro suspenses, e eu estava certo.
Esse livro conta a história de uma cidade bem antiga conhecida como a cidade de Ember, que nos últimos anos misteriosamente começou a ter um problema no gerador de energia e isso fazia a cidade ter apagões e postes queimados constantemente, mas esse nem era o maior problema daquela cidade, o maior problema dela era: quem iria querer trabalhar no subterrâneo para arrumar o gerador e resolver o mistério? Então para a cidade não entrar em ruínas e nunca mais ter energia, existia um sistema de distribuição de empregos aos jovens que acabavam de finalizar a escola, os alunos que terminavam o último ano da escola iam na mesa do professor no último dia de aula e pegavam um papel, nesse papel estaria escrito o rumo da sua vida, o seu trabalho, sua única oportunidade de trocar o seu trabalho seria só três anos depois. E eu aposto que ninguém de nós e nenhum daqueles alunos iriam querer fazer uma coisa que você não gosta por 3 anos e tudo isso sendo decidido por sorte.
 Foi nesse sorteio que nos apresentam os dois protagonistas dessa história, Lina e Doon, Lina é uma garota loira bem animada e sorridente e Doon é um cara bem estressado e rabugento, Lina quer ser uma mensageira porque é um trabalho em que ela pode correr pelas ruas e ser alegre, e Doon quer ser ajudante de eletricista ou trabalhar nas canalizações (subterrâneo) porque ele queria verdadeiramente salvar a cidade do breu total. Porém as coisas não são como eles esperam e a Lina pegou as canalizações e o Doon o mensageiro, então eles decidem trocar de emprego, mesmo isso não sendo permitido.
 Então Doon, nas canalizações, e Lina, como mensageira, começam a desvendar os mistérios da Cidade De Ember.
 Eu gostei desse livro porque eu adoro o gênero suspense, e ele está muito presente nesse livro. Um exemplo desse suspense no livro é que bem no começo do livro um dos fundadores da cidade Ember comenta sobre uma caixa com uma mensagem dentro dela, e a gente só descobre o que é essa mensagem no final do livro. Eu também gostei porque é um livro que você não cansa de ler porque sempre está acontecendo alguma coisa na narrativa. Esse é o meu comentário sobre o livro “A Cidade Das Sombras”.
Leonardo

9º ano



HOMO S(exual)apiens

         “Com amor, Simon”, de Becky Albertalli, é para aqueles que, assim como eu, gostam do gênero romance.
         Talvez você nunca tenha parado para pensar, mas a maioria das histórias de amor é sobre casais heterossexuais, porém “todo mundo merece uma grande história de amor”.
            Por ser diferente das histórias que eu estava acostumada a ler, gostei muito e aconselho, além do livro, também o filme.
            A história é daquelas que já na primeira página você sente uma conexão com os personagens. Em seus momentos de tristeza, felicidade, desespero, alegria, você ressente o mesmo.
            Simon é uma pessoa como eu, como você, porém ele tem um grande segredo e ninguém para falar sobre isso, ele é gay.
           Como contar isso para as pessoas? Como tocar no assunto? Porque os heterossexuais também não têm que “sair do armário”? Essas perguntas o atormentam até que, em uma página de fofocas anônimas de sua escola, Simon encontra uma postagem de um tal de Blue, que diz ser como ele.
            Eles começam a conversar por e-mail, porém com nomes falsos. Mesmo sem saber quem são, eles se apaixonam.
         Um dia, Simon utiliza um dos computadores da escola para responder um e-mail de Blue e esquece de deslogar sua conta, assim Martin, um de seus colegas, acaba lendo a troca de mensagens e utilizando-as para chantagear Simon.
         Com medo de que Blue se sinta exposto e pare de falar com ele, Simon aceita ajudar Martin a ficar com Abby, uma de suas amigas.
        A vida segue seu rumo, até que um dia, Martin acha que Simon não está ajudando-o e sim rindo da cara dele. Com raiva de Simon, ele decide postar os e-mails  na página de fofocas.  

Não faço ideia se é possível se apaixonar por e-mail.”
(pag.: 228)

P.S.: Na biblioteca da escola, você encontrará este livro sob o nome de “Simon vs. a agenda Homo Sapiens” (primeira edição em português).

Amélie
9º ano


segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Vermelho ou Prateado?


O livro de que eu venho vos falar é o livro da canadense Victoria Aveyard, “A Rainha Vermelha”.
É uma saga de quatro livros, e mais um de contos do mesmo “universo”, de ficção científica (dos quais eu já li todos). Eles acompanham a história do ponto de vista de nossa protagonista, Mare Barrow. Mare vive num mundo muito diferente do nosso, onde o sistema político é uma dura monarquia. Digo “dura” não somente por os sistemas de monarquias não costumarem ser justos, mas principalmente por ter uma divisão bem maior daqueles que são nobres e os que não são. E essa divisão é feita pelo sangue. Não sangue como A+ ou O-, mas o sangue vermelho e o sangue prateado. Sim, você leu direito, é prateado mesmo. Aqueles que nascem com o sangue prateado são super-humanos, possuindo algum tipo de poder, como a manipulação do fogo, da água, da luz, ou então uma força descomunal, ou telepatia, ou vários outros tipos de poderes que você descobre lendo. Esses, enfim, são os nobres, que prezam a força e o poder acima de qualquer coisa.
Por outro lado, temos os de sangue vermelho, os comuns. Não possuem poder nenhum e não têm qualquer autoridade ao lado dos prateados. Vivem em vilas caindo aos pedaços, e nascem já sabendo suas quase nulas opções de futuro. Ou você é um aprendiz de outro vermelho que tem um trabalho fixo, como costureiro, pescador, padeiro e entre outros, ou você é mandado para uma guerra infinita ao completar dezoito anos. Essa “guerra infinita” é basicamente uma guerra que ocorre há mais de cem anos entre os países Norta, que é onde vive a protagonista, e Lakeland, um país vizinho com o mesmo sistema político, assim como todos os outros deste mundo fictício. Os vermelhos são jogados na guerra basicamente para morrer entre as trincheiras, pois são raríssimos os que voltam delas. Enquanto os prateados apenas comandam as operações e bolam os planos de ataque e defesa.
Explicado este universo literário, vamos falar um pouco sobre a protagonista e a história, mas já aviso que caso tenha lhe dado já uma certa curiosidade ou vontade de ler este livro, pare de ler agora esta postagem e pule direto para o último parágrafo, pois a partir de agora eu vou soltar alguns “spoilers”, mas mesmo assim vou evitar ao máximo para não tirar o suspense do livro.
Mare é uma vermelha (de sangue vermelho) que, como todos os vermelhos, não tem um poder e nenhum benefício. Ela completou seus dezessete anos e já teve três irmãos mandados à guerra. Por ela não possuir nenhum talento em alguma área de trabalho especial, como sua irmã mais nova, Gisa, que é uma excelente aprendiz de costureira, já se conformou que seu destino é como soldada lutando até o fim em uma trincheira mortífera. Mare, porém, tenta colaborar ao máximo com sua família afundada na pobreza, mas a seus modos claro, para isso ela rouba. Desde pequena já está familiarizada com os furtos, coisa que sua família desaprova, mas ao mesmo tempo sabe que é necessário para a sobrevivência. A garota também não se orgulha muito do que faz, mas é a única coisa na qual ela é boa e a faz ajudar sua família (ou o que restou dela). Seu pai havia sido mandado à guerra muitos anos antes, e fora um dos poucos sobreviventes. Mesmo saindo vivo, lhe custou as pernas e uma parte de seu pulmão esquerdo. Sua mãe nunca foi à guerra, ela já tinha uma profissão, mas mesmo assim sabe a dor de ter três filhos mandados às trincheiras. Esses filhos são os irmãos de Mare: Bree, o mais velho; Tramy, o segundo mais velho; e Shade, o terceiro mais velho. Shade sempre foi seu preferido, o que mais a compreendia, e ela sentira muita falta dele. Mas não era só Shade seu bom companheiro, ela também tem Kilorn, seu melhor amigo e aprendiz de pescador. Diferentemente dela, Kilorn não seria mandado à guerra, o que era um alívio gigante para a garota, que mesmo ele sendo mais velho, ela o tratava quase como um “filho-irmão”.
Porém, tudo muda quando acontece algo onde Kilorn se vê obrigado a participar da guerra, e o alistamento chegaria muito em breve. Algo que os vermelhos já haviam entendido bem, é que não se pode escapar do alistamento. Mare então teve um plano de escape, mas é quando ela acaba conhecendo um vermelho misterioso antes, e ela mal imaginava como aquilo mudaria todo seu planejamento. De pobre vermelha ela acaba como a atração principal em um jogo de poder e mentiras, com uma grande revolução escondida debaixo dos panos, descobrindo ainda que nem tudo é como é mostrado.
Na minha opinião é um livro muito bom, onde a protagonista está em um constante crescimento e amadurecimento, se você comparar ela no início e no fim do livro, parece até outra pessoa. E não apenas ela, mas vários dos personagens  à sua volta
Eu particularmente amo livros que lhe tiram de seu mundo (não de sua zona de conforto, de seu mundo mesmo), o que já foi um grande ponto positivo para esse livro, mas além disso eu gostei muito do fato de o livro proporcionar diversos momentos de reflexão sobre o que é certo e o que é errado, sobre os preconceitos que temos só pelo outro ser diferente de nós, e até atinge pontos que nos fazem pensar se realmente se é buscada a igualdade ou só uma troca entre aqueles considerados mais fracos pelos considerados mais fortes. Enfim, ao ler eu diria para você prestar bastante atenção nas frases que o próprio livro destaca e segurar seu maxilar para ele não ficar dolorido igual o meu após me chocar tanto e repetidas vezes fazer um formato de ‘O’ com a boca.

PS: Se por acaso você realmente ler o livro me procure para conversarmos sobre o assunto que eu até te empresto o resto da saga :3

Safira
9ºAno




segunda-feira, 13 de agosto de 2018

O Príncipe


          Aqui está meu comentário sobre o livro "O Menino Dos Fantoches de Varsóvia", escrito por Eva Weaver.
Há um tempo atrás, tive que ler o livro “Diário de Anne Frank” pelas indicações de minha professora de língua portuguesa e, embora eu não tenha gostado do livro, decidi dar outra chance ao gênero da Segunda Guerra Mundial, sendo assim, acabei escolhendo este, “O Menino Dos Fantoches de Varsóvia”. O livro é dividido em três partes, sendo uma delas a que fala sobre Mika — o garoto dos fantoches —, outra parte fala sobre Max — um soldado alemão —, e a última é como se fosse uma junção das duas partes. Sendo assim, darei um pequeno gosto do que as duas primeiras partes contêm, começando com a história de Mika. 
A história de Mika começa em Varsóvia, capital da Polônia, em um gueto judeu, com o avô de Mika morrendo. Triste e sendo contagiado pela depressão de todos a sua volta, Mika acaba recebendo o grande casaco de seu avô, que continha diversos bolsos secretos. Enquanto investigava os conteúdos do imenso casaco, acabou achando um fantoche de papel machê de um príncipe, boneco ao qual dediquei o título do texto, já que a história começa e termina com ele. É então que tem a brilhante ideia de tentar alegrar a sua família com um pequeno, porém contagiante, teatro de fantoches. Mika, tendo uma boa reação de seus familiares, decide tentar alegrar a todos que pudesse no sofrido gueto judeu, para que as pessoas pudessem esquecer de suas dores apenas que temporariamente. Porém, apenas um fantoche não seria o bastante,  então Mika decide reabrir a pequena oficina de fantoches do seu falecido avô. Um dia Mika estava fazendo seu pequeno teatro na rua, quando um soldado alemão o abordou. E é justamente aqui que a história toma um caminho mais sombrio.
Acontece que o soldado que abordou Mika era Max, a pessoa sobre quem a segunda parte do livro fala.
Sua história é igualmente sombria a de Mika. Max é capturado e mandado a Escandinávia como prisioneiro de guerra, e lá a única coisa que tem para impedir de se tornar louco, por todo o seu trabalho forçado, o frio intenso e a pouca comida que ganhava, era o fantoche de príncipe de Mika.
As duas histórias são igualmente tristes, e acho incrível como a autora conseguiu representar acontecimentos tão surreais de forma tão real. Também adoro o quanto os fantoches representam na história, sendo não apenas um modo de as pessoas esquecerem seus problemas, mas também como um símbolo de esperança, algo escasso em um momento tão necessitado.
  Agora, depois de ler tal livro, penso diferente sobre livros da Segunda Guerra. Não os julgava como livros não bons antes, mas agora sei a que ponto de bom podem chegar.


Théo
9º ano



Além da Magia

Eu conheci este livro no dia do meu aniversário de 12 anos, eu ganhei ele da minha amiga Beatriz. Você também já ganhou, com certeza, um...