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quinta-feira, 7 de novembro de 2019

O Inverno Chegou


            Já tendo assistido ao início da série, sabia que o livro “A Guerra dos Tronos” ia ser ótimo, e realmente eu estava certo. O primeiro livro da coleção “As Crônicas de Gelo e Fogo”, escrito por George R. R. Martin, é tão bom quanto ou até melhor do que a primeira temporada do seriado “Game of Thrones”.
            Portanto se você já leu o livro ou já assistiu à série, saiba que o outro também é bom e que vale a pena gastar seu tempo com isso.
            A história se passa em Westeros, um lugar fictício criado pelo autor (provavelmente), e é narrada a partir do ponto de vista dos Stark, principalmente (não, não é o Tony).  Portanto os principais personagens são Lorde Ned Stark, de Winterfell, sua esposa Catelyn Tully, e seus filhos Robb, Sansa, Arya e Bran, além do bastardo de Ned e, na minha opinião, o melhor personagem, John Snow.
            Tudo começa quando o rei, Robert Baratheon, vai a Winterfell convidar seu amigo Ned para ser Mão do Rei, a segunda pessoa mais poderosa dos Sete Reinos. Inicialmente Lorde Stark não pretendia aceitar o cargo, porém sua esposa acaba recebendo uma carta que dizia que os Lannister, outra das casas, havia assassinado a antiga Mão do Rei, John Arryn, e Ned resolve investigar.
            A partir daí tudo começa a virar uma desordem, o Lorde de Winterfell vai para o sul, seu filho Bran cai de uma torre e acaba ficando paraplégico, John Snow resolve ir para a Muralha, um lugar extremamente frio e que está se tornando mais frio a cada momento, pois “O Inverno Está Chegando”, a frase dita pelos Stark.
           Isso foi o que me deixou mais interessado em ler, já que enquanto eu lia era outono e o inverno realmente estava chegando, além disso, curiosamente, eu acabei o livro e o inverno havia chegado.
      O livro é excelente, recomendo muito. É ainda mais legal ler o livro enquanto você está assistindo à série, daí dá para ficar comparando os acontecimentos e os personagens.

Pedro K.
8º ano


terça-feira, 29 de outubro de 2019

Um único passo faz diferença?


Olá, caro leitor! Que bom encontrar você aqui! J Gostaria de fazer um avizinho rápido, caso você esteja interessado em ler o livro, cuidado, esse texto contém spoilers.
          Aproveitando a sua presença, deixe-me falar sobre o livro que li recentemente. “A cinco passos de você”, um dos melhores romances que eu já li (chegou até a virar filme!), escrito por Rachael Lippincott junto a Mikki Daughtry e Tobias Laconis. Esse livro, que trará déjà-vu’s a todos os leitores de “A culpa é das estrelas”, conta a história de Stella, uma menina cética, bem organizada e decidida a exterminar sua Fibrose Cística, uma doença hereditária onde o muco pulmonar bloqueia as vias aéreas da pessoa, impedindo-a de respirar sem o auxílio de medicações e por poucas vezes de máquinas, mas há uma salvação, se o paciente fizer uma cirurgia de transplante pulmonar, estará livre da doença por aproximadamente cinco anos.
       Stella passa grande parte de sua vida no hospital, que é onde ela conhece Will, um garoto “rebelde” que também sofre de Fibrose Cística (embora não de a mínima para ela), além de ter que lidar com um pequeno adicional, a Burkholderia Cepacia, uma bactéria incurável e contagiosa (aos portadores de Fibrose Cística) que o impede de fazer o transplante pulmonar. Will está determinado a viver a vida normalmente, como se a Fibrose Cística e a “B Cepacia” não fizessem parte da sua vida, tentando viver, viajar, conviver com amigos como uma pessoa que não precisasse passar pelos transtornos de sua doença.
Stella e Will, embora sendo completos opostos, se apaixonam. Mas a regra é clara, todos os portadores de Fibrose Cística não podem chegar mais perto do que seis passos de distância um do outro. Um toque pode ser fatal, mas será que um único passo pode fazer diferença? Embora nossos personagens achem que não, ainda assim é uma ação perigosa. O hospital que surpreendentemente tem uma piscina é o lugar perfeito para o encontro dos dois, ainda que sem o privilégio de poder nadar juntos. Mas uma atitude é tomada, como a Fibrose Cística sempre “roubou” um pouco da vida normal de adolescente que eles poderiam ter tido, eles decidiram se tornar os ladrões dessa vez e roubar um passo, tendo todos os seus encontros sempre a cinco passos um do outro.
Will, sem intenção, acaba convencendo Stella a fugir do Hospital e ir conhecer o “mundo” sem se preocupar com a Fibrose Cística, eles assim resolvem ir patinar no gelo, um barulho é escutado e o gelo se quebra fazendo com que Stella caia na água, Will a remove do fundo do lago, e ignorando todas as regras de convivência, faz respiração boca-a-boca para reanimar sua amada. Assim que ela acorda, eles recebem uma ligação desesperada do hospital informando que um pulmão havia chegado para um transplante para Stella.
Agora, se o transplante deu certo ou não, ou se a Stella contraiu “B Cepacia” ou não, é com você. Já te introduzi à história, se você realmente se interessou eu sei que vai querer ler. E confie em mim, o livro é bem melhor que o filme J.

Luíza
8º ano


segunda-feira, 17 de junho de 2019

A Salvação da Deusa


No terceiro livro da série de Rick Riordan, Percy Jackson é chamado pelo seu amigo sátiro Grover, que encontrou numa escola militar dois irmãos meio-sangue bastante poderosos, Bianca e Nico di Angelo, que ainda não sabem de quem são filhos. Portanto, sempre que Grover tenta se aproximar dos irmãos, um manticore disfarçado de professor na escola o atrapalha.
        Percy, Thalia, e Annabeth depois chegam na escola e lutam contra o manticore. Quando estão quase perdendo, chegam as caçadoras de Ártemis e derrotam o monstro. Quando ele está prestes a fugir, Annabeth tenta o impedir e é derrubada para dentro de um penhasco junto com o manticore, deixando todos abalados, inclusive o leitor.
         Percy e seus companheiros voltam para o Acampamento Meio-Sangue com as caçadoras e os irmãos Di Angelo, depois de Bianca ter aceitado se tornar uma caçadora. Ártemis vai atrás de caçar o monstro e salvar Annabeth e, após dias sem notícia da deusa, o Oráculo surge de repente, com um ar de suspense, e declama a seguinte profecia:

A oeste, cinco buscarão a deusa acorrentada,
Um se perderá na terra ressecada,
A desgraça do Olimpo aponta a trilha,
Campistas e Caçadoras, cada um brilha,
A maldição do titã um deve sustentar,
E pela mão do pai um irá expirar.

            Quíron, Dioníso e os outros líderes do acampamento escolhem quem irá para resgatar Ártemis, e escalam Thalia, Grover, Zoë, e Bianca, e depois Percy, com a ajuda do pégaso Blackjack, atravessa o país e acaba unindo-se aos outros na missão.
            Na batalha final, Bianca di Angelo acaba morrendo, e Zoë também morre nas mãos do pai, o titã Atlas, cumprindo a profecia feita pelo Oráculo. Também é descoberto que Nico e Bianca são filhos de Hades.
            Gostei muito do livro, gostei bastante da forma como o autor descreve os personagens e as situações em que eles são colocados, e acho que irei ler o próximo livro da série.

Lucas
8º ano


terça-feira, 28 de maio de 2019

Decepção encantada

      Como uma grande fã da autora deste livro, Kiera Kass, assim que terminei a coleção de livros “A seleção”, decidi ler “A sereia”, tendo 99,9% de certeza que eu ia amar o livro tanto quanto eu amo a outra coleção, mas acabou que não foi muito assim.
     O livro conta a história de Kahlen, uma jovem de 19 anos que viajou em 1983 com sua família em um navio que veio a naufragar tornando ela, a única sobrevivente do acidente. Mas sua segunda chance tem um preço: ela teria que se tornar uma sereia e, durante 100 anos teria que atrair pessoas com sua voz humana para o fundo do mar, para a morte. Em seu octogésimo ano de pena, ela estava sentindo um remorso gigantesco por todas as vidas que ela tirou, e se sentia ainda pior por saber que teria que continuar tirando vidas por mais vinte anos. Por mais que não suportasse colaborar com aquilo, a água a considerava seu braço direito, já que ela nunca a desobedeceu.
    Ela cumpria sua tarefa muito bem até conhecer Akinli, um humano pelo qual ela se apaixonou, mas não podia ficar com ele e nem mesmo falar com ele, já que sua doce voz o levaria pro mar e o mataria, e a água não permitia que Kahlen se apaixonasse por humanos.
    Diferentemente de “América” (a principal de “A seleção”), logo no começo do livro não suportei muito menos me identifiquei com Kahlen, para mim ela era uma personagem fraca, mimada e egoísta. Além disso, achei o começo do livro bem confuso por misturar alguns flashbacks do naufrágio do navio com o tempo atual da história, trazendo muita informação de uma vez só para introduzir a personagem, a trama do livro e como ela se transformou em uma sereia em dez ou menos páginas.
     Um ponto alto do livro é que por mais que venha uma bomba de informação logo no início, isso abre mais espaço para personagens coadjuvantes sejam melhores explorados e desenvolvidos, e até deixar a principal cada vez mais humana e suportável por estar apaixonada e por estar se relacionando com pessoas de verdade, não só as seduzindo para o mar ou as observando de longe.
      O livro, por mais que cheio de detalhes que eu não gostei, é bom para uma leiturinha paralela (e para se acostumar com tipos de protagonista diferentes, sempre costumamos ler histórias apenas com protagonistas de que gostamos) e é interessante que podemos ver meio que uma mistura da pequena sereia e o seu príncipe em um só personagem.
     Minha frase favorita do livro foi dita pela Água, que é retratada como uma personagem malvada, mas que mostra até que bastante compaixão em sua frase explicando o porquê de não transformar mulheres casadas e com filhos em sereias, mostrando que sempre há o bem no mal e o mal no bem:

“— As esposas sentiriam falta dos maridos. Cantar uma canção que seduz principalmente os homens seria excruciante para uma esposa fiel. E separar a mãe de um filho é o ápice da crueldade.”

Vallentina
8ºano



segunda-feira, 27 de maio de 2019

Os Incríveis Peculiares


O livro “Contos Peculiares” é um “extra” do livro O orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares (que até virou filme), como o Quadribol através dos séculos de Harry Potter, é bem legal quando fazem uma espécie de complemento para a história original, para os fãs saírem um pouco da visão dos protagonistas sobre o universo do livro ou filme, e é exatamente isso que o "Contos Peculiares" faz.
          O livro é uma coletânea de 10 histórias sobre peculiares. Vou dar uma breve introdução sobre o Mundo Peculiar, os peculiares são pessoas que têm alguma peculiaridade, não como heterocromia ou conseguir lamber o próprio cotovelo, mas algo como um poder de super-herós. Existem variações de peculiaridades, as mais comuns, como ler pensamentos, e as mais raras como domar pesadelos (uma das habilidades de uma personagem no livro)
          Eu não sei dizer quais sãos as minhas histórias preferidas porque todas são simplesmente muito boas. Eu vou falar das que eu achei mais interessantes.
A primeira história leva o nome de Os esplêndidos canibais, é uma história sobre uma aldeia chamada Swampmuck onde todos são peculiares que regeneram os membros. um dia eles conhecem canibais e os aldeões começam a vender seus membros e ficar ricos, até que começam a vender seus narizes, olhos, bocas etc.,coisas que eles não conseguem regenerar, até que todos (exceto um) viram cotocos, cegos, mudos e surdos e servir de alimento para canibais para sempre deve ter uma lição de moral por aí sobre ganância, mas cada um interpreta do jeito que quer.
A segunda história tem o nome de Cocobolo, essa tem um furo, que é explicado no livro original, como o pai e o filho serem peculiares sendo que a peculiaridade pula uma geração, mas enfim. Um oriental descobre que é peculiar e começa a se transformar em uma ilha humana (é isso mesmo, uma ilha humana) e começa a ficar louco e não quer ver água pelo resto da vida, daí ele cola os poros com cola, amputa os pés e coloca açafrão nas axilas. Tudo isso para não virar uma ilha. Ele faz outras coisas como nunca beber água e tudo mais, mas então um dia, depois de uns anos, uma lágrima saiu do olho dele e ao ver água ele virou uma ilha gigante, seu sangue virou ouro líquido e suas lágrimas viraram rubis, então ele foi para o mar e ficou com o pai para o resto da vida. Fim.
 A terceira história é sobre uma menina que vê fantasmas e perdeu a irmã, mas ela ainda brinca com a irmã fantasma, depois a irmã tem que ir embora e a menina fica sem amigos, então ela aluga uma casa mal-assombrada, mas mesmo assim nenhum fantasma quer ser amigo dela :( Então ela acha um cara que tem uma casa assombrada, e a menina se casa com ele, tem filhos e no final ela encontra a irmã.

Outras histórias:
A princesa da língua bifurcada - uma princesa não consegue se casar porque tem uma língua bifurcada e escamas nas costas.
A primeira ymbryne - é a história da primeira ymbryne (leia o livro para saber o que são).
As pombas de St. Paul - (essa história é contada no livro original) umas pombas ficam pedindo para arquitetos construírem lugares para elas morarem (a pior história se comparada as outras).
A menina que domava pesadelos - história que merece um Oscar, eu poderia falar por horas dela, mas para resumir é uma menina que usa sua peculiaridade do jeito errado e mata várias pessoas.
O gafanhoto - um menino com um coração grande demais (literalmente) vira um gafanhoto gigante e outros animais, até receber o amor do pai de volta.
O garoto que podia controlar o mar - fantástica história também, é sobre um menino que mostra seus poderes para as pessoas erradas e todo mundo odeia ele e quer usar sua peculiaridade como objeto.
A história de Cuthbert - (também aparece no livro original) é uma história bem triste na versão original do livro, em que um gigante que ajuda os animais é transformado em pedra por uma bruxa (mas continua vivo) e fica gritando por socorro até sua garganta virar pedra.

Eu gostei bastante das histórias desse livro, e é um livro bem bonito, o autor sai bastante das histórias comuns, mesmo com uma história de uma princesa que não consegue se casar transformando em algo super “uau”. Eu queria que ele escrevesse mais livros porque eles conseguem ser bem peculiares.

Bernardo B.



quinta-feira, 11 de abril de 2019

A viagem ao mundo inferior



O título do meu livro é "O Ladrão de Raios" e o autor deste livro é o Rick Riordan.
Decidi ler esse livro pois alguns de meus colegas já tinham pego, por isso poderia ser legal, além disso o livro parecia ter uma temática interessante e a sinopse dá a  impressão de que vou querer ler o próximo livro.
O protagonista desta história se chama Percy Jackson, ele tem 12 anos e é um garoto com dislexia e Deficit de atenção, sempre mudando de escola em escola, pois sempre se metia em brigas. Um dia ele vai para uma excursão de escola e sua professora vira um monstro e o ataca, mas o professor joga uma caneta que vira uma espada e Percy mata a professora. Depois disso, para todos a quem Percy perguntava sobre a professora, respondiam que ela não existia.
Certo dia ele estava viajando com sua mãe, quando aconteceu uma tempestade e seu  amigo apareceu dizendo para eles irem ao acampamento, que era específico para crianças filhas dos deuses do Olimpo, pois era mais seguro, porém Percy notou que seu amigo tinha pernas de bode, e ele tinha escondido isso de Percy.
Então foram de carro até o acampamento, porém na entrada do acampamento tinha um minotauro, Percy conseguiu matá-lo, infelizmente o minotauro acabou matando a mãe de Percy. Quando entram no acampamento, ele conhece Annabeth, e descobre que ele é um semideus e os três (Percy, Annabeth e o amigo de Percy com pernas de bode) ficam sabendo que está havendo uma briga entre Poseidon e Zeus, pois Zeus pensa que Poseidon roubou seu raio.
Os três entram em uma missão para buscar o raio onde Hades está, e entregar o raio no Olimpo para Zeus. (Eles lutam novamente com a professora em um ônibus, matam a medusa e a quimera) depois acham Ares, que lhes dá uma mochila para sobreviverem, então eles vão ao mundo inferior de Hades e descobrem que Hades perdeu seu chapéu que tinha poderes, depois descobrem que Ares enganou Percy, colocando o raio com Percy, Percy briga com Ares e recupera o chapéu de Hades, entregam para as fúrias que entregam a Hades, e eles entregam o raio a Zeus. No fim descobrem que quem fez tudo isso foi Cronos que entrou nos sonhos de Ares e de Luck, um garoto de 19 anos, que mora na colina Meio-Sangue. Os três encontram Luck no acampamento, e acham que ele é um amigo. Ele é um filho do deus dos mensageiros, viajantes e ladrões, Hermes, com a mortal May Castellar e ele é o principal antagonista do livro. Luck tentou matar Percy, mas não conseguiu...
Eu achei o livro bem legal, me interesso pela temática da mitologia e por livros de aventura, como este, tinha boas descrições e uma história bem feita, não como aqueles livros que você lê até a metade e já está morrendo de tédio!
Acho que irei ler o próximo da série também.


Gentil
8º ano

quinta-feira, 28 de março de 2019

E SE DE UM DIA PRO OUTRO TUDO MUDAR?



“A vida na porta da geladeira”, de Alice Kuipers, é um livro bem curto, escrito todo em forma de bilhetes, mas a história que ele representa é muito bonita, mesmo sendo um livro curto você consegue se emocionar e ter mais vontade de saber mais sobre a vida dessas duas mulheres guerreiras.
Comecei a ler esse livro por indicação de uma amiga, que dizia que era um dos melhores livros que teria lido na sua vida toda. Então decidi um dia ler, já de primeira me deparei com um bilhete, que no começo ficou um pouco confuso, mas com o decorrer da história você entende tudo, de primeira também me apaixonei pelo livro e pela história profunda que ele conta, algo me “tocou”.
Bom, a história conta sobre o relacionamento entre uma mãe e uma filha, a mãe é médica, então está sempre trabalhando no hospital. E filha adolescente, Claire. Ambas têm rotinas muito diferentes e um tanto quanto corridas, como praticamente nunca se veem, adotaram uma forma diferente de se comunicar: recados, bilhetes que eram deixados na porta da geladeira. Bilhetes como lista de compras, pedidos, esclarecimentos e até brigas. Tudo escrito de uma forma bem simples em apenas alguns post-its.
                O livro corre por esses bilhetes, mas o impacto é quando Claire descobre que a mãe está com câncer, e que ela tem que fazer uma série de tratamentos, essa parte me doeu muito e não é de se imaginar que algo assim pudesse acontecer e de uma hora pra outra mudar tudo.
O final do livro consegue deixar todos emocionados, e realmente impacta cada um, é uma história muito forte e é um livro muito bom para se refletir sobre como você anda “levando” e encarando a sua vida.
Você acaba esse livro querendo dar um abraço em todo mundo ao seu redor. A história faz com que você veja o mundo de uma forma diferente. O livro traz muito uma mensagem que seria a de não deixar oportunidades de dizer para uma pessoa que você a ama passar. E é por isso que eu amo tanto esse livro e recomendo que você tire um tempinho do seu dia para ler e refletir sobre esse livro, porque vale muito a pena, você não irá se arrepender.

Emily
8º ano



terça-feira, 6 de novembro de 2018

Hortelã e algodão-doce


Eu escolhi ler “A barraca do beijo”, escrito por Beth Reekles, pois assisti ao filme inspirado nesse livro e gostei muito (apesar de ser completamente clichê), eu assisti ao filme 3 vezes e sempre comento com minhas amigas sobre como o casal é fofo, etc.
O livro fala sobre a paixão que Elle Evans alimenta pelo irmão mais velho de seu melhor amigo, Lee.
O que fez a paixão de Elle crescer ainda mais foi quando ela e Lee planejaram uma barraca do beijo para arrecadar dinheiro no Festival da Primavera. Agora, Elle não sabe se segue seu coração ou sufoca seus sentimentos para o bem de sua amizade com Lee, que é seu melhor amigo desde a infância.
Eu gostei muito do livro, apesar de ser bem diferente do filme, a narrativa  também é clichê e muuito fofa. Em alguns momentos da leitura, eu sentia vontade de estar na enorme casa de Lee, ou ir até a confeitaria super fofa na qual Noah, o irmão de Lee, leva Elle.
Gostei muito do fato de Lee ser bem mais compreensivo com Elle do que no filme.
Entre tantas partes fofas do livro, não sei se a minha parte favorita é *SPOILER* quando Elle e Noah se beijam pela primeira vez:

“Quando meus lábios tocaram os dele, senti gosto de hortelã e algodão-doce  […] Retribuí o beijo e esqueci de tudo por um momento” - Capítulo 10, página 96.

Ou quando Noah decide se redimir com Elle por toda a confusão que aconteceu por causa do romance deles e ele leva-a para o topo de uma colina, com vista para o mar e um show de fogos.
Confesso que no começo fiquei com raiva da Elle por esconder coisas de seu melhor amigo, mas entendo-a. Afinal, como ela contaria?
Também achei Noah meio babaca em algumas partes do livro por ser controlador com a Elle e não deixar ela sair com os caras ou usar roupas decotadas, ele usa a desculpa de que quer o bem dela, mas no final ele melhora.
Eu com certeza recomendo esse livro, principalmente se você gosta de clichês e de romance adolescente.

Beatriz
8º ano



segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Bem-vindo à ilha dos bonecos quebrados.



            Nesta postagem falarei sobre o livro “As Vantagens de Ser Invisível”, de Stephen Chbosky. Escolhi ler este livro porque há algum tempo atrás assisti ao filme e gostei bastante. O livro é narrado por Charlie, por meio de diversas cartas que ele escreve para um desconhecido. Charlie é um adolescente com problemas em se relacionar com outras pessoas e está tentando lidar com vários problemas como a morte de seu único e melhor amigo, e a morte de sua tia. Ao decorrer da história é possível perceber que Charlie não é um garoto comum, possui muitas peculiaridades que são explicadas ao longo da história. O livro começa no primeiro dia de aula do 1º ano do Ensino Médio de Charlie, alguns messes depois da morte de seu amigo. Passa o dia inteiro sozinho na escola, pois não tinha amigos, até que seu professor de Inglês, Bill, que possui um papel muito importante na história, fala para Charlie que ele devia “participa” mais, então ele resolve ir a um jogo de futebol na escola depois da aula. Lá conhece Patrick e Sam, e acaba ficando amigo deles.
            Após ter lido o livro, vi o filme novamente e apesar de o filme não ser ruim, gostei muito mais do livro, pois no livro podemos conhecer e compreender Charlie muito mais, já que o livro é contado de seu ponto de vista.
          Este foi um livro de que gostei muito, por vários motivos, como o jeito que o personagem conta a história, há também várias referências de músicas e filmes, e há muitas frases bonitas que te fazem pensar.

Frase de Charlie (página 43) :
“Eu me sinto infinito.”
Luna
8º ano

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Resumo de um livro que se assemelha muito à nossa realidade




Lido por indicação de minha mãe nas aulas de leitura, o livro “1984”, de Eric Arthur Blair (vulgo George Orwell), não me agradou no começo, encantou-me no decorrer da história e desgostou-me ao fim. Por ser um clássico literário da ficção científica, o livro deixou a desejar; ao mesmo tempo, deixou muitas reflexões e comparações com a situação política e demais acontecimentos do nosso país.
O livro, publicado em 1949, conta sobre um futuro no qual o Estado sabe de tudo: todos são vigiados 24h por dia, 365 dias por ano, por um aparelho (lembrou-me as televisões, celulares e etc...) chamado teletela; a língua é empobrecida para que não ocorram pensamentos-crime (censura da linguagem para que revoltas e revoluções sejam coibidas quando estiverem sendo pensadas e faladas); as pessoas são “vaporizadas” (desaparecem após o Estado as torturar, fazerem confessar mesmo que não tenham culpa; desaparecem não só fisicamente, mas elas somem de todo o tipo de registro – fotos, textos, gravações – que as envolva) e há também uma construção e modificação constante da verdade.
O personagem principal, Winston Smith, trabalha para o Estado e, em sua mente, para o “Grande Irmão” (praticamente a personificação das coisas boas, como obediência e demais valores que foram invertidos para servir àquela ocasião) no Ministério da Verdade. O que Winston faz? Ele recebe relatórios em novafala (lembra do empobrecimento da linguagem? É chamada de novafala) dizendo que tais pessoas foram vaporizadas, que a Oceânia (local onde a história se passa) mudou de oponente e aliado... E era encarregado de trocar as informações que o Partido não queria e substituir por outras que o Partido determinava. Como Winston disse, em um trecho do livro, ele estava “reconstruindo constantemente o passado e tecendo o futuro”.
Winston não era conformado com tanta doutrina: ele queria saber o que se passou antes dos documentos históricos serem modificados. Por isso, com todo o cuidado do mundo (pois já suspeitava que estivesse sendo seguido por uma mulher que ele julgava ser da Polícia de Ideias), procurou pelas periferias alguma coisa que pudesse lhe dizer o que era antes de ser o que é. Encontrou um antiquário, e ao sair do mesmo (tendo comprado apenas um coral proveniente do Mar Índico), deparou-se com a mulher que o seguia e precisou resistir ao ímpeto de arremessar um tijolo contra sua cabeça, tal sua indignação contra a suposta participação da mulher na Polícia de Ideias. Não o fez, e voltou para o trabalho.
Ao voltar para o trabalho e participar dos Dois Minutos de Ódio (dois minutos nos quais o esquerdismo e liberdade de expressão e seus representantes eram intensamente odiados), encontrou-se com a mulher que o seguia, que deixou um bilhete na mão de Winston. Seu conteúdo nada condizia com o que Winston havia suposto: dizia apenas: I love you. Winston tentou aproximar-se, sob diferentes contextos, daquela mulher. Dela, arrancou apenas alguns conselhos para um encontro longe das teletelas e do Grande Irmão.
Naquele encontro, no meio de uma floresta, conversaram sobre as possibilidades de revolução; amaram-se; conheceram-se; e combinaram repetir a dose. Após muitos encontros como esse, ambos filiaram-se a um suposto “esquerdismo”, que não passava de uma armadilha do próprio Governo para prender, torturar e matar aqueles que procurassem o demoníaco esquerdismo e a temida liberdade.
Com Winston e Júlia não foi diferente: a Polícia das Ideias os surpreendeu falando sobre revolução, separou-os (a partir daí o texto foca em Winston), tortura Winston, aplica ainda mais ideologias como “se-o-Partido-quer-que-dois-e-dois-sejam-cinco-então-dois-e-dois-serão-cinco”, faz com que Winston traia Júlia e, por fim, mata-o. O mesmo morre feliz, pois enfim acreditou que dois e dois são cinco; em suma, Winston morre amando o Grande Irmão.

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

O Mundo de Histórias


Olá querido leitor/leitora! Seja bem-vindo (a) ao Mundo da Leitura! Hoje eu irei falar sobre um livro chamado “Terra de Histórias: Além dos Reinos”. Esse é o quarto livro da série que foi indicada por uma amiga que também leu o livro. Outra coisa que também me incentivou a ler a série foi a sua capa bem ilustrada e colorida.
O autor é Chris Colfer, ele conta a história onde Alex e Conner Bailey, os gêmeos, viajam para outra dimensão: o Mundo dos Contos de Fadas, onde encontram os personagens de contos de fadas de que tanto ouviram falar nas histórias que sua avó contava quando eram crianças.
No livro “Além dos Reinos”, os gêmeos e seus amigos Cachinhos Dourados, João, Chapeuzinho, Hagatha, Mamãe Ganso, Lester, Frog, e os personagens literários Homem de Lata, Robin Hood, Merlin, Arthur, Peter Pan e os Meninos Perdidos lutam contra o Homem Mascarado para salvar o mundo de um exército de vilões literários que se aproximam, assim os amigos viajam de livro em livro utilizando uma poção mágica criada pela sua avó, a Fada Madrinha, para deter os vilões.
A Fada Madrinha é uma das poucas fadas que podem viajar entre os dois mundos; um dos seus filhos viajava junto a ela e acabou se casando e tendo filhos no Outro Mundo (mundo “real”) onde seus filhos Conner e Alex uniram os dois mundos para sempre.
Dessa série eu gosto muito e a recomendo, pois adoro o jeito como o autor associa as histórias de contos de fadas com a sua e acho que ele interpreta muito bem as características de cada personagem literário dos Irmãos Grimm e de Hans Christian Andersen. Cada capítulo termina com uma revelação e faz com que o leitor queira continuar a ler sem parar, além de serem carregados de criatividade, aventuras e mistérios.
                                                                                                          Maria Clara 
8º ano



quinta-feira, 9 de agosto de 2018

“As Coisas Mais Reais São As Que Não Podemos Ver”

O livro FAZENDO MEU FILME foi indicado por uma amiga minha que gosta bastante das histórias da autora Paula Pimenta, e me recomendou esta.
No primeiro volume, a autora conta a história de uma adolescente chamada Estefânia (mas prefere ser chamada pelo seu apelido, Fani), que tem a oportunidade de fazer intercâmbio, morando durante um ano em outro país. Logo, as mensagens e bilhetes trocados entre as personagens, que antes falavam sobre fofocas, filmes e festas, passam a ter outro assunto: a viagem que se aproxima. “Fazendo Meu Filme” mostra todas as expectativas e pensamentos na cabeça de uma adolescente que teria que escolher entre manter sua vida do mesmo jeito ou mudá-la completamente.
Fani, protagonista da história, é apaixonada por filmes e séries, e possui uma coleção deles. Ela escreve o nome de cada filme que assiste em uma lista e depois os classifica com estrelas, desde uma estrela apenas, para quando o filme foi rum, até cinco estrelas, quando o filme foi muito bom. No início de cada capítulo do livro, a autora coloca uma citação de filmes ou séries que tenha alguma relação com o que acontecerá.

 “Algumas vezes as coisas mais reais do mundo são aquelas que não podemos ver.”

Esse foi o primeiro título que li da autora Paula Pimenta. Na minha opinião, sua narrativa é envolvente e cheia de surpresas, assim como todos os outros livros escritos por ela. Depois do livro Fazendo Meu Filme 1, fui atrás dos outros títulos da autora, e foi a partir deles que passei a apreciar mais a leitura. Garanto que quando começar a ler, não conseguirá mais parar! Sem dúvida recomendo esse e todos os outros livros da autora.

                                                                                                     Gabriela
8° ano

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Que a sorte esteja sempre a seu favor


Bom, nesta postagem irei falar sobre o primeiro livro da coleção de “Jogos Vorazes”, de Suzanne Collins, eu particularmente gostei muito do livro, por diversos motivos, dentre eles a maneira como é escrito, a narração em primeira pessoa feita pela personagem principal, Katniss Everdeen, é bem detalhada, mas não de forma exagerada que deixa a leitura muito demorada e maçante, e sim com uma boa quantidade de detalhes, suficientes para que quem lê sinta-se parte da história ou sinta que é realmente a personagem que escreveu aquilo como se fosse seu próprio diário.
Se eu tivesse que comparar o livro com o filme, escolhendo qual é o melhor para mim, eu diria que é o livro, pois a história é mais bem detalhada, isso fica bem perceptível já no começo do livro, pois no filme não fica claro como aconteceu a morte do pai de Katniss (atenção para você que não leu o livro, isso não é um spoiler pois é contado bem no começo da história), já no livro a morte dele é explicada. Mesmo que eu ache o livro melhor que o filme não quer dizer que eu ache o filme ruim ou que ele seja ruim, afinal os filmes de Jogos Vorazes não têm a intenção de serem iguais aos livros pois, além de serem uma adaptação, um filme com tantos detalhes poderia ficar bem longo e enjoativo, dessa forma não teria um público tão grande como os filmes de Jogos Vorazes tiveram, e mereceram não só pela história incrível, mas pela produção bem feita, o elenco bem montado.
 O livro é dividido em partes, a primeira parte “Os Tributos” é mais focada em mostrar como funcionam os distritos, os jogos vorazes, e mostrar um pouco da vida difícil de Katniss Everdeen; já a segunda parte “Os Jogos” narra os jogos vorazes em si. Emfim, Jogos Vorazes é um livro que vale a pena e recomendo sua leitura.
Frase de Effie Trinket, página 26:
“ Feliz Jogos Vorazes! E que a sorte esteja sempre a seu favor! ”
Flora
8º ano

Além da Magia

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