quinta-feira, 28 de junho de 2018

Que a sorte esteja sempre a seu favor


Bom, nesta postagem irei falar sobre o primeiro livro da coleção de “Jogos Vorazes”, de Suzanne Collins, eu particularmente gostei muito do livro, por diversos motivos, dentre eles a maneira como é escrito, a narração em primeira pessoa feita pela personagem principal, Katniss Everdeen, é bem detalhada, mas não de forma exagerada que deixa a leitura muito demorada e maçante, e sim com uma boa quantidade de detalhes, suficientes para que quem lê sinta-se parte da história ou sinta que é realmente a personagem que escreveu aquilo como se fosse seu próprio diário.
Se eu tivesse que comparar o livro com o filme, escolhendo qual é o melhor para mim, eu diria que é o livro, pois a história é mais bem detalhada, isso fica bem perceptível já no começo do livro, pois no filme não fica claro como aconteceu a morte do pai de Katniss (atenção para você que não leu o livro, isso não é um spoiler pois é contado bem no começo da história), já no livro a morte dele é explicada. Mesmo que eu ache o livro melhor que o filme não quer dizer que eu ache o filme ruim ou que ele seja ruim, afinal os filmes de Jogos Vorazes não têm a intenção de serem iguais aos livros pois, além de serem uma adaptação, um filme com tantos detalhes poderia ficar bem longo e enjoativo, dessa forma não teria um público tão grande como os filmes de Jogos Vorazes tiveram, e mereceram não só pela história incrível, mas pela produção bem feita, o elenco bem montado.
 O livro é dividido em partes, a primeira parte “Os Tributos” é mais focada em mostrar como funcionam os distritos, os jogos vorazes, e mostrar um pouco da vida difícil de Katniss Everdeen; já a segunda parte “Os Jogos” narra os jogos vorazes em si. Emfim, Jogos Vorazes é um livro que vale a pena e recomendo sua leitura.
Frase de Effie Trinket, página 26:
“ Feliz Jogos Vorazes! E que a sorte esteja sempre a seu favor! ”
Flora
8º ano

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Uma história fria


O livro sobre o qual relato neste texto é o livro “A vida na porta da geladeira”, de Alice Kuipers, que conta de modo muito interessante como foi a descoberta do câncer e a tentativa de tratamento da mãe de nossa personagem principal, Claire, uma estudante adolescente, cuja mãe, enfermeira, não tem seu nome descrito no livro. O lado mais interessante da história é que ela é contada entre nossas personagens apenas por bilhetes na geladeira de sua casa.
Primeiramente escolhi este livro pela quantia de pessoas interessadas em lê-lo, então resolvi fazer o mesmo, gostei muito, embora a história seja triste. Gostei especialmente do detalhe de que a mãe e a filha não se encontrassem muito, fazendo assim, com que a história realmente se passasse somente pela geladeira por bilhetes curtos carinhosos. Embora as vezes, bem compridos.
Uma história com personagens cativantes, embora mãe e filha tentassem fazer tudo uma sem a outra não o conseguiam, queriam passar por tudo o que tivessem que passar juntas.
Recomendo o livro, a não ser que você seja sensível e se afete facilmente com histórias tristes, caso seja, mantenha uma caixinha de lenços ao seu lado ;). Não tenho críticas ao livro, tenho apenas a elogiar pelo trabalho tão bem executado de Alice Kuipers.
Luíza
7º ano



terça-feira, 26 de junho de 2018

Um caso de morte

Eu escolhi o livro “Contos de terror do Navio Negro” pois eu gosto do gênero terror. Acho ele legal, pois pode terminar a qualquer momento.
            O livro Contos de Terror do Navio Negro foi escrito por Chris Priestley. É um livro de várias histórias como: “Mata-Lobos” que fala de um acidente; “O Diabrete do Marfim” fala de uma tentativa de homicídio, Edward um garoto marinheiro  que passava por lá tentou ajudar a vítima, tentando tacar no mar um dente de baleia que tem um cais esculpido de um lado e do outro lado um veleiro de três mastros parecido com seu navio, mas não consegue, até que o garoto tomado pela curiosidade pegou o dente e levou para a o seu Navio, o Buck, e lá descobriu que tinha palavras em “caligrafia itálica e asseada, quiçá um pouco estranha, que o veleiro na imagem era o Buck seu navio e na outra figura em um canto um homem indistinto que se moveu”.
Tem ainda “Navio Negro”, uma história muito conhecida entre os marinheiros, que fala de um navio de madeira escura com um mastro caído caindo aos pedaços que pega os marinheiros mortos em naufrágio, ele é chamado de Navio Negro. Que em um certo dia em um navio com as mesmas características do Navio Negro, em um momento de compartilhar histórias, um marinheiro chamado de Jacob conta essa história [para saberem o resto terão que ler o livro].
 A parte mais importante para o desfecho da história é quando SPOILER ALERT Jacob termine sua história e olha para as pessoas ao seu lado e em todas elas está faltando uma  parte considerável de seus corpos e nele também está faltando uma parte . E é assim que ele descobre que está no Navio negro.
Eu achei as histórias desse livro muito legais e divertidas. Recomendo esse livro. Vocês podem achar meio confuso no início, pois é no final que tudo vai se esclarecer. Se você pegar esse livro eu recomendo as histórias: Navio Negro e O Diabrete do Marfim. Não entendi a história Tempestade e gostei muito da história Navio Negro pois têm um final surpreendente. Pegue-o e se divirta.

Para saber o resto das histórias leia o livro                                                     
  Iago
6º ano

O arqueiro

LEE, Tony. Robin Hood: a lenda de um foragido. 2 ed. São Paulo: SM, 2009. O livro que li e do qual vou contar a história é uma versão ...