quarta-feira, 29 de maio de 2019

A história de uma cidade


        Este livro, “Blumenau sua história”, foi escrito por Marita Deeke Sasse. Eu vou ser bem sincero, eu peguei este livro pelo fato de ele ser bem curto e também porque eu estava com preguiça.
        Este livro que eu peguei é um livro de histórias curtas que contam como Blumenau foi fundada. Nele não personagens principais. Eu vou contar duas histórias dele.
        A primeira história se chama “A viagem”, que trata de um jovem de 27 anos que virou doutor e que fez uma viagem para o Brasil, em 1846, que durou 3 meses. E depois acaba a história sem dizer mais nada.
      A segunda história se chama “A chegada”, que se passa em 1850 e fala do mesmo jovem da história “A viagem” que chegou em terras que pertenciam a índios. Lá eles fizeram um engenho e um rancho. E no final tem um trecho assim:
“E começou então
o primeiro capítulo da história
de uma cidade”.
         Obs: O jovem das duas histórias é alemão.
        Eu não achei esse livro tão interessante, mas se você está com preguiça de ler (tipo eu) e quer um livro curto para terminar logo, eu recomendo. Eu não sei quando o livro foi lançado, mas ele tem cara de ser meio antigo. Se você quer saber o resto da história, vá ler o livro em vez de ficar jogando free fire.
Heitor
7º ano

terça-feira, 28 de maio de 2019

Decepção encantada

      Como uma grande fã da autora deste livro, Kiera Kass, assim que terminei a coleção de livros “A seleção”, decidi ler “A sereia”, tendo 99,9% de certeza que eu ia amar o livro tanto quanto eu amo a outra coleção, mas acabou que não foi muito assim.
     O livro conta a história de Kahlen, uma jovem de 19 anos que viajou em 1983 com sua família em um navio que veio a naufragar tornando ela, a única sobrevivente do acidente. Mas sua segunda chance tem um preço: ela teria que se tornar uma sereia e, durante 100 anos teria que atrair pessoas com sua voz humana para o fundo do mar, para a morte. Em seu octogésimo ano de pena, ela estava sentindo um remorso gigantesco por todas as vidas que ela tirou, e se sentia ainda pior por saber que teria que continuar tirando vidas por mais vinte anos. Por mais que não suportasse colaborar com aquilo, a água a considerava seu braço direito, já que ela nunca a desobedeceu.
    Ela cumpria sua tarefa muito bem até conhecer Akinli, um humano pelo qual ela se apaixonou, mas não podia ficar com ele e nem mesmo falar com ele, já que sua doce voz o levaria pro mar e o mataria, e a água não permitia que Kahlen se apaixonasse por humanos.
    Diferentemente de “América” (a principal de “A seleção”), logo no começo do livro não suportei muito menos me identifiquei com Kahlen, para mim ela era uma personagem fraca, mimada e egoísta. Além disso, achei o começo do livro bem confuso por misturar alguns flashbacks do naufrágio do navio com o tempo atual da história, trazendo muita informação de uma vez só para introduzir a personagem, a trama do livro e como ela se transformou em uma sereia em dez ou menos páginas.
     Um ponto alto do livro é que por mais que venha uma bomba de informação logo no início, isso abre mais espaço para personagens coadjuvantes sejam melhores explorados e desenvolvidos, e até deixar a principal cada vez mais humana e suportável por estar apaixonada e por estar se relacionando com pessoas de verdade, não só as seduzindo para o mar ou as observando de longe.
      O livro, por mais que cheio de detalhes que eu não gostei, é bom para uma leiturinha paralela (e para se acostumar com tipos de protagonista diferentes, sempre costumamos ler histórias apenas com protagonistas de que gostamos) e é interessante que podemos ver meio que uma mistura da pequena sereia e o seu príncipe em um só personagem.
     Minha frase favorita do livro foi dita pela Água, que é retratada como uma personagem malvada, mas que mostra até que bastante compaixão em sua frase explicando o porquê de não transformar mulheres casadas e com filhos em sereias, mostrando que sempre há o bem no mal e o mal no bem:

“— As esposas sentiriam falta dos maridos. Cantar uma canção que seduz principalmente os homens seria excruciante para uma esposa fiel. E separar a mãe de um filho é o ápice da crueldade.”

Vallentina
8ºano



segunda-feira, 27 de maio de 2019

Os Incríveis Peculiares


O livro “Contos Peculiares” é um “extra” do livro O orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares (que até virou filme), como o Quadribol através dos séculos de Harry Potter, é bem legal quando fazem uma espécie de complemento para a história original, para os fãs saírem um pouco da visão dos protagonistas sobre o universo do livro ou filme, e é exatamente isso que o "Contos Peculiares" faz.
          O livro é uma coletânea de 10 histórias sobre peculiares. Vou dar uma breve introdução sobre o Mundo Peculiar, os peculiares são pessoas que têm alguma peculiaridade, não como heterocromia ou conseguir lamber o próprio cotovelo, mas algo como um poder de super-herós. Existem variações de peculiaridades, as mais comuns, como ler pensamentos, e as mais raras como domar pesadelos (uma das habilidades de uma personagem no livro)
          Eu não sei dizer quais sãos as minhas histórias preferidas porque todas são simplesmente muito boas. Eu vou falar das que eu achei mais interessantes.
A primeira história leva o nome de Os esplêndidos canibais, é uma história sobre uma aldeia chamada Swampmuck onde todos são peculiares que regeneram os membros. um dia eles conhecem canibais e os aldeões começam a vender seus membros e ficar ricos, até que começam a vender seus narizes, olhos, bocas etc.,coisas que eles não conseguem regenerar, até que todos (exceto um) viram cotocos, cegos, mudos e surdos e servir de alimento para canibais para sempre deve ter uma lição de moral por aí sobre ganância, mas cada um interpreta do jeito que quer.
A segunda história tem o nome de Cocobolo, essa tem um furo, que é explicado no livro original, como o pai e o filho serem peculiares sendo que a peculiaridade pula uma geração, mas enfim. Um oriental descobre que é peculiar e começa a se transformar em uma ilha humana (é isso mesmo, uma ilha humana) e começa a ficar louco e não quer ver água pelo resto da vida, daí ele cola os poros com cola, amputa os pés e coloca açafrão nas axilas. Tudo isso para não virar uma ilha. Ele faz outras coisas como nunca beber água e tudo mais, mas então um dia, depois de uns anos, uma lágrima saiu do olho dele e ao ver água ele virou uma ilha gigante, seu sangue virou ouro líquido e suas lágrimas viraram rubis, então ele foi para o mar e ficou com o pai para o resto da vida. Fim.
 A terceira história é sobre uma menina que vê fantasmas e perdeu a irmã, mas ela ainda brinca com a irmã fantasma, depois a irmã tem que ir embora e a menina fica sem amigos, então ela aluga uma casa mal-assombrada, mas mesmo assim nenhum fantasma quer ser amigo dela :( Então ela acha um cara que tem uma casa assombrada, e a menina se casa com ele, tem filhos e no final ela encontra a irmã.

Outras histórias:
A princesa da língua bifurcada - uma princesa não consegue se casar porque tem uma língua bifurcada e escamas nas costas.
A primeira ymbryne - é a história da primeira ymbryne (leia o livro para saber o que são).
As pombas de St. Paul - (essa história é contada no livro original) umas pombas ficam pedindo para arquitetos construírem lugares para elas morarem (a pior história se comparada as outras).
A menina que domava pesadelos - história que merece um Oscar, eu poderia falar por horas dela, mas para resumir é uma menina que usa sua peculiaridade do jeito errado e mata várias pessoas.
O gafanhoto - um menino com um coração grande demais (literalmente) vira um gafanhoto gigante e outros animais, até receber o amor do pai de volta.
O garoto que podia controlar o mar - fantástica história também, é sobre um menino que mostra seus poderes para as pessoas erradas e todo mundo odeia ele e quer usar sua peculiaridade como objeto.
A história de Cuthbert - (também aparece no livro original) é uma história bem triste na versão original do livro, em que um gigante que ajuda os animais é transformado em pedra por uma bruxa (mas continua vivo) e fica gritando por socorro até sua garganta virar pedra.

Eu gostei bastante das histórias desse livro, e é um livro bem bonito, o autor sai bastante das histórias comuns, mesmo com uma história de uma princesa que não consegue se casar transformando em algo super “uau”. Eu queria que ele escrevesse mais livros porque eles conseguem ser bem peculiares.

Bernardo B.



sexta-feira, 24 de maio de 2019

As estranhezas de Gravity Falls


Primeiramente vou escrever como conheci este livro chamado: Gravity Falls, o diário perdido. Gravity Falls, além de ser um livro, também é uma série de que minha prima e eu somos fãs. No Natal, ela pediu esse livro de presente. Queria saber como ele era, mas para não atrapalhá-la em sua leitura perguntei para minha mãe se poderia pegar uma amostra grátis do livro no Kindle (um aplicativo para leitura de livros digitais). Li até o quanto pude e amei o livro, por isso pedi um para mim também, e como gostei muito, estou fazendo essa produção textual sobre ele.
 No início, o livro/diário é escrito por um autor não identificado (se você já tiver assistido à série, vai saber quem é) que fala de todas as estranhezas que ele vê em Gravity Falls, a cidade que tem o LCÔ (Local da Colisão Ômega), que é como se fosse um imã de esquisitices. Esse autor estava construindo um portal interdimensional até que descobriu que estava sendo manipulado por Bill Cipher, um iluminati que queria dominar o mundo. Mas o irmão do autor o empurrou para o portal e o deixou lá por 30 anos.
            Depois de um bom tempo, um garoto acha esse livro/diário abandonado e começa a escrever nele até o dono voltar. O garoto descobre que o dono é seu tio-avô, que voltou do portal, e fica muito feliz, mas ele tem que ir embora, pois só estava em Gravity Falls por causa das férias de verão. Então ele, o garoto Dipper Pines, encerra sua transmissão, pois parou de escrever no livro/diário, mas o moço (Stanford) não.
 Se passam algumas páginas e o homem, Stanford Pines, também encerra sua transmissão... Tá, eu chorei, sim, mas eu não queria que o livro acabasse, principalmente depois de ele falar: “Pela última vez, a menos que nós nos encontremos em um mundo distante, esse é Stanford Pines, encerrando a transmissão.”
 Eu simplesmente super-power-blaster-big amei esse livro, e recomendo para todos.
 Esta é Yasmim, do 6º ano, encerrando a transmissão.



segunda-feira, 15 de abril de 2019

“Ele poderia ser qualquer pessoa”


            Eu resolvi ler o livro “Precisamos falar sobre Kevin”, de Lionel Shriver, por recomendação de um amigo, e acabei gostando bastante. “Kevin” é um menino que aos 15 anos assassina sete de seus colegas, uma professora e um trabalhador da cantina na sua escola. A história é contada através de cartas que a mãe de Kevin, Eva, escreve ao seu marido ausente. Nessas cartas Eva narra sua vida e sua convivência com seu filho desde antes de seu nascimento, e tenta descobrir o porquê da “quinta-feira” (é assim que ela chama o incidente) e se ela poderia ser culpada por aquilo.
            Uma das coisas que gostei no livro foi o jeito como é contado, pois através das cartas, parece que a personagem está conversando com você e você consegue sentir suas angústias. Um fato interessante é que você nunca sabe o quanto pode “confiar” no que Eva conta, pois como ela mesmo fala ela sempre acreditou no pior a respeito de Kevin e realmente é apenas um lado da história.
            É um livro muito interessante, não só pela personalidade perturbadora de Kevin, mas também porque apesar de a personagem principal (Eva) ser tudo que ela diz odiar sobre os Americanos – egoísta, mimada, hipócrita e ignorante – você acaba gostando dela e se importando com o que lhe acontece.
            Gostei muito do livro, tanto do jeito como é contado quanto da história em si, que te deixa querendo saber o que vai acontecer. Recomendaria o livro, mas realmente nem todos iriam gostar pois é uma leitura mais pesada, não só por o personagem assassinar seus colegas, mas também pelos relatos da mãe e seu relacionamento distorcido com o filho.

Frase de Eva se referindo a Kevin (p. 386) :

“Olhando em volta, pensei inquieta: Ele poderia ser qualquer pessoa”

 Luna V. D.
9º ano



quinta-feira, 11 de abril de 2019

A viagem ao mundo inferior



O título do meu livro é "O Ladrão de Raios" e o autor deste livro é o Rick Riordan.
Decidi ler esse livro pois alguns de meus colegas já tinham pego, por isso poderia ser legal, além disso o livro parecia ter uma temática interessante e a sinopse dá a  impressão de que vou querer ler o próximo livro.
O protagonista desta história se chama Percy Jackson, ele tem 12 anos e é um garoto com dislexia e Deficit de atenção, sempre mudando de escola em escola, pois sempre se metia em brigas. Um dia ele vai para uma excursão de escola e sua professora vira um monstro e o ataca, mas o professor joga uma caneta que vira uma espada e Percy mata a professora. Depois disso, para todos a quem Percy perguntava sobre a professora, respondiam que ela não existia.
Certo dia ele estava viajando com sua mãe, quando aconteceu uma tempestade e seu  amigo apareceu dizendo para eles irem ao acampamento, que era específico para crianças filhas dos deuses do Olimpo, pois era mais seguro, porém Percy notou que seu amigo tinha pernas de bode, e ele tinha escondido isso de Percy.
Então foram de carro até o acampamento, porém na entrada do acampamento tinha um minotauro, Percy conseguiu matá-lo, infelizmente o minotauro acabou matando a mãe de Percy. Quando entram no acampamento, ele conhece Annabeth, e descobre que ele é um semideus e os três (Percy, Annabeth e o amigo de Percy com pernas de bode) ficam sabendo que está havendo uma briga entre Poseidon e Zeus, pois Zeus pensa que Poseidon roubou seu raio.
Os três entram em uma missão para buscar o raio onde Hades está, e entregar o raio no Olimpo para Zeus. (Eles lutam novamente com a professora em um ônibus, matam a medusa e a quimera) depois acham Ares, que lhes dá uma mochila para sobreviverem, então eles vão ao mundo inferior de Hades e descobrem que Hades perdeu seu chapéu que tinha poderes, depois descobrem que Ares enganou Percy, colocando o raio com Percy, Percy briga com Ares e recupera o chapéu de Hades, entregam para as fúrias que entregam a Hades, e eles entregam o raio a Zeus. No fim descobrem que quem fez tudo isso foi Cronos que entrou nos sonhos de Ares e de Luck, um garoto de 19 anos, que mora na colina Meio-Sangue. Os três encontram Luck no acampamento, e acham que ele é um amigo. Ele é um filho do deus dos mensageiros, viajantes e ladrões, Hermes, com a mortal May Castellar e ele é o principal antagonista do livro. Luck tentou matar Percy, mas não conseguiu...
Eu achei o livro bem legal, me interesso pela temática da mitologia e por livros de aventura, como este, tinha boas descrições e uma história bem feita, não como aqueles livros que você lê até a metade e já está morrendo de tédio!
Acho que irei ler o próximo da série também.


Gentil
8º ano

quarta-feira, 10 de abril de 2019

PELOS DEUSES!!!


         Bem-vindo, ainda não sei como não escrevi o comentário sobre esse livro, é definitivamente o meu livro favorito (lista de top 3), não me lembro de quem recebi a indicação, mas com pouco tempo desde que li já virei fanática. Senhoras e senhores lá vem PERCY JACKSON. Como vocês já sabem (quem leu meu último comentário pelo menos,“Ocaminho de Rá") o meu escritor favorito (escritor homem, pois mulher dai já complica) é Rick Riordan.
         Se você já conhece esse livro eu espero que tenha as mesmas opiniões que eu sobre os milhares de ships da série. De qualquer maneira chega de enrolação e vamos contar a história, por isso eu peço que quem quer ler o livro, por favor passe essa parte.
          ALERTA DE SPOILER...
       (Vou contar sobre o primeiro livro)  Percy Jackson, um estudante de internato, está de buenas vivendo a vida quando ouve seu melhor amigo, Grover, falando com seu professor favorito, falavam de coisas doidas como “o prazo final do solstício de verão” e “benevolentes”, é ai que o livro começa a se desenrolar, ele vai pra casa e a mãe dele conta um pouco sobre seu pai até agora desconhecido. Percy e Sally (sua mãe) saem numa viajem quando, de uma hora para outra, um monstro começa a persegui-los e acontece que a sua mãe é pega pelo monstro denominado Minotauro. Percy então mata o bichano e logo desmaia.
         Acorda dois dias depois num acampamento de verão, uma garota loira de olhos acinzentados ao seu lado logo lhe fala ''você baba enquanto está dormindo'' (e que casal que eles viram, hein?). De qualquer forma Percy descobre que não é um mortal comum, ele é um meio sangue (filho de mãe humana e pai deus, nesse caso pelo menos), seu pai é o tão famoso rei dos mares e oceanos, o deus capaz de fazer terremotos, um dos três grandes: Poseidon (uma curiosidade meu signo é peixes na pratica então, sou, assim como Percy, uma filha de Poseidon, assim me tornando uma meio-sangue e irmã dele). De qualquer forma, Percy faz todo um trajeto para achar sua mãe e no final ele, além de conseguir vencer uma batalha contra Ares, deus da guerra, ele consegue (finalmente) encontrar sua mãe.
        Então é isso, na minha opinião se você gosta de ler, Percy Jackson é a sua melhor pedida, leia e me conte o que achou nos comentários, aproveite e diga o seu signo também que te responderei qual é o seu pai/mãe deus grego ou romano. Tenha uma boa leitura beijos e tchauuu.

* Percy tem uma grande adoração por comida azul, seu signo é leão e ele usa pérolas (presentes de seu pai) nessa jornada.


Cecilia 
7° ano



Além da Magia

Eu conheci este livro no dia do meu aniversário de 12 anos, eu ganhei ele da minha amiga Beatriz. Você também já ganhou, com certeza, um...