terça-feira, 14 de agosto de 2018

O Caminho de Rá


O nome do livro é “O trono de fogo”, onde Rá deveria sentar. Escolhi ler esse livro pois tenho uma grande adoração por mitologia. Tive a indicação da bibliotecária Ana.
O livro “O trono de fogo” é o segundo exemplar da coleção “As crônicas de Kane”, escrita por Rick Riordan, também escritor do best-seller Percy Jackson. Na minha opinião o livro merece cinco estrelinhas, pois é incrível, me identifiquei muitooooooo com a escrita criativa do autor, gostei do jeito que ele descreveu as coisas no livro, com muitos detalhes, porém sem ficar repetitivo para o leitor. O livro fala sobre o Egito, porém a história não se passa nele, fala sobre os costumes de funerais, como quando colocavam os faraós dendro das tumbas no Egito antigo e dos vários deuses da mitologia egípcia. Por acaso você já sabia que os egípcios praticamente têm um deus para cada animal? Eu não sabia e fiquei muito surpresa quando descobri.
 O texto é narrado pelos dois personagens principais, Sadie Kane e Carter Kane, os dois jovens irmãos são totalmente ao contrário. Sadie mora com os avós, já que sua mãe morreu (agora ela é uma fantasma que conversa com Sadie de vez em quando). Tem cabelos loiros bem compridos que quase sempre tem mechas coloridas no final, (queria que o meu cabelo tivesse mechas coloridas), olhos azuis e uma pele branca bem clara, é mais baixa que o irmão e seu talento nato é incomodar os outros principalmente quando são adultos (bem, eu acho que todas as crianças conseguem fazer isso). Carter é totalmente diferente, vive com o pai, que até onde ele sabe trabalha escavando e procurando objetos do Egito (certifique-se que leu o “até onde ele sabe”),  moram nos hotéis já que viajam de 4 em 4 dias. Carter tem pele marrom claro, olhos marrons esverdeados, cabelos curtos e enroladinhos, é dois anos mais velho que Sadie (na minha opinião são os dois irmãos perfeitos).
 O que eu não gostei do texto foi que Carter e Sadie sempre vencem os monstros muito rápido, sem contar que só tem três exemplares na coleção, acho muito pouco, fiquei com gostinho de quero mais. Se você não gosta desse tipo de mitologia, mas gosta do autor não se preocupe, Rick Riordan continua a lançar livros novos.
Se você gosta de mitologia, luta, magia ou armas de poder leia essa coleção de três livros, acredite se você ler esse livro vai adorar. Eu adorei, porque você não adoraria?

Cecília
6º ano




segunda-feira, 13 de agosto de 2018

O Príncipe


          Aqui está meu comentário sobre o livro "O Menino Dos Fantoches de Varsóvia", escrito por Eva Weaver.
Há um tempo atrás, tive que ler o livro “Diário de Anne Frank” pelas indicações de minha professora de língua portuguesa e, embora eu não tenha gostado do livro, decidi dar outra chance ao gênero da Segunda Guerra Mundial, sendo assim, acabei escolhendo este, “O Menino Dos Fantoches de Varsóvia”. O livro é dividido em três partes, sendo uma delas a que fala sobre Mika — o garoto dos fantoches —, outra parte fala sobre Max — um soldado alemão —, e a última é como se fosse uma junção das duas partes. Sendo assim, darei um pequeno gosto do que as duas primeiras partes contêm, começando com a história de Mika. 
A história de Mika começa em Varsóvia, capital da Polônia, em um gueto judeu, com o avô de Mika morrendo. Triste e sendo contagiado pela depressão de todos a sua volta, Mika acaba recebendo o grande casaco de seu avô, que continha diversos bolsos secretos. Enquanto investigava os conteúdos do imenso casaco, acabou achando um fantoche de papel machê de um príncipe, boneco ao qual dediquei o título do texto, já que a história começa e termina com ele. É então que tem a brilhante ideia de tentar alegrar a sua família com um pequeno, porém contagiante, teatro de fantoches. Mika, tendo uma boa reação de seus familiares, decide tentar alegrar a todos que pudesse no sofrido gueto judeu, para que as pessoas pudessem esquecer de suas dores apenas que temporariamente. Porém, apenas um fantoche não seria o bastante,  então Mika decide reabrir a pequena oficina de fantoches do seu falecido avô. Um dia Mika estava fazendo seu pequeno teatro na rua, quando um soldado alemão o abordou. E é justamente aqui que a história toma um caminho mais sombrio.
Acontece que o soldado que abordou Mika era Max, a pessoa sobre quem a segunda parte do livro fala.
Sua história é igualmente sombria a de Mika. Max é capturado e mandado a Escandinávia como prisioneiro de guerra, e lá a única coisa que tem para impedir de se tornar louco, por todo o seu trabalho forçado, o frio intenso e a pouca comida que ganhava, era o fantoche de príncipe de Mika.
As duas histórias são igualmente tristes, e acho incrível como a autora conseguiu representar acontecimentos tão surreais de forma tão real. Também adoro o quanto os fantoches representam na história, sendo não apenas um modo de as pessoas esquecerem seus problemas, mas também como um símbolo de esperança, algo escasso em um momento tão necessitado.
  Agora, depois de ler tal livro, penso diferente sobre livros da Segunda Guerra. Não os julgava como livros não bons antes, mas agora sei a que ponto de bom podem chegar.


Théo
9º ano



quinta-feira, 9 de agosto de 2018

“As Coisas Mais Reais São As Que Não Podemos Ver”

O livro FAZENDO MEU FILME foi indicado por uma amiga minha que gosta bastante das histórias da autora Paula Pimenta, e me recomendou esta.
No primeiro volume, a autora conta a história de uma adolescente chamada Estefânia (mas prefere ser chamada pelo seu apelido, Fani), que tem a oportunidade de fazer intercâmbio, morando durante um ano em outro país. Logo, as mensagens e bilhetes trocados entre as personagens, que antes falavam sobre fofocas, filmes e festas, passam a ter outro assunto: a viagem que se aproxima. “Fazendo Meu Filme” mostra todas as expectativas e pensamentos na cabeça de uma adolescente que teria que escolher entre manter sua vida do mesmo jeito ou mudá-la completamente.
Fani, protagonista da história, é apaixonada por filmes e séries, e possui uma coleção deles. Ela escreve o nome de cada filme que assiste em uma lista e depois os classifica com estrelas, desde uma estrela apenas, para quando o filme foi rum, até cinco estrelas, quando o filme foi muito bom. No início de cada capítulo do livro, a autora coloca uma citação de filmes ou séries que tenha alguma relação com o que acontecerá.

 “Algumas vezes as coisas mais reais do mundo são aquelas que não podemos ver.”

Esse foi o primeiro título que li da autora Paula Pimenta. Na minha opinião, sua narrativa é envolvente e cheia de surpresas, assim como todos os outros livros escritos por ela. Depois do livro Fazendo Meu Filme 1, fui atrás dos outros títulos da autora, e foi a partir deles que passei a apreciar mais a leitura. Garanto que quando começar a ler, não conseguirá mais parar! Sem dúvida recomendo esse e todos os outros livros da autora.

                                                                                                     Gabriela
8° ano

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Misteriosos Incas


Eu decidi ler o livro “Incríveis Incas”, do autor Terry Deary, porque achei a capa misteriosa. Nela tem uma lhama e dois incas querendo sacrificá-la, como se fosse normal isso.
Na sinopse ele faz perguntas, que são respondidas no livro, e ainda meio que te induz a ler. Outra coisa é que gosto dos livros das coleções “Saber Horrível” e “Mortos de Fama”, porque nessas coleções eles dão características, costumes estranhos, curiosidades, e às vezes interagem com o leitor fazendo perguntas sobre o conteúdo do tema, experiências que o leitor pode fazer e questões de múltipla escolha.
Esse livro fala sobre os incas (óbvio), conta bastante sobre os costumes, mas ao mesmo tempo fala resumidamente sobre cada um deles, porque nenhum costume é igual ao outro, e em quase todos existe um sacrifício de lhamas em grande ou pequena quantidade e não são todos no mesmo lugar, um é no templo para um deus e outro é na floresta para outro deus, por exemplo. E com desenhos para entendermos mais facilmente.
Conta suas crenças, rituais, sacrifícios (coitados(as) dos que foram sacrificados). Esse livro tem histórias, mas não sendo como “Era uma vez...” nem nada disso, elas servem somente para ajudar o leitor a entender os incas e seus movimentos, às vezes o escritor traz umas piadas, as histórias não são necessariamente no mesmo lugar.
Mesmo tendo várias histórias, algumas se unem contando um assunto grande.
Existe uma que passa por várias outras histórias falando sobre reis, rainhas, dramas, sucessores, mortes e problemas. É a história de Pizarro (ou Chicão) que é muito estranha, porque ele foi criado por uma porca (seus pais o abandonaram). Foi um explorador muito importante para Tahuantinsuyu. Chicão e mais alguns soldados foram buscar segurança em uma ilha, mas bem poucos ficaram com ele, esses que ficaram foram chamados de os “Treze Gloriosos”.
Aconteceu uma guerra entre ele e os Incas, Chicão trapaceou e usou o imperador para obrigar o povo dele a trazer seu ouro. Depois de suas aventuras, Pizarro estava construindo um palácio, foi atacado e morto.
Gostei dessa leitura porque ela traz muito conteúdo, piadas e ainda com desenhos. Não tive uma parte favorita, nem uma parte de que não gostei, mas mesmo assim o que mais gosto é ler os quadrinhos. Eu recomendo essas coleções para quem quer conteúdo de povos, ciência, história e outros.

Luigi 
7º ano



segunda-feira, 30 de julho de 2018

STAR WARS O LIVRO TUTORIAL


Bom dia, Boa tarde, Boa Noite! Neste texto vou falar sobre o livro de Star Wars “O caminho jedi”, de Daniel Wallace, que é um tipo de enciclopédia ou Guia de Estudante Da Extinta Academia Jedi. 
Primeiramente, se você está se perguntando “academia, Guia de Estudante?”, recomendo você ver esse vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=6mBxfiqQ3lQ




Bom, se você viu o vídeo posso começar o texto: bem esse livro é como um dos vários livros sobre Star Wars que tem por aí. Esse livro é, digamos, uma enciclopédia sobre os Jedi e suas habilidades, como a Força, como usar o sabre de luz, etc.
Entre as páginas também tem anotações de outros personagens de Star Wars como o Yoda, Anakin, Luke, isso é um fator bem interessante até, pois esse é um livro compartilhado pelos personagens dos filmes antes desse que lançou em 2015, ou seja, a pessoa faz anotações com suas assinaturas, assim você pode saber quem é quem.
Bom acho que é isso, é um livro bacana, mostra como são os estilos de usar o sabre de luz (que é a que mais gostei pois não sabia que tinha um tipo de estilo de manuseio, para mim era só balançar até acertar).
Tchau!
Bernardo
9ºano

Não julgue um livro pela capa


               Esse livro foi recomendado pela minha mãe, mas demorou para eu finalmente ler, porque como o título diz “não julgue um livro pela capa”, eu, nesse caso, julguei a capa, mas depois me arrependi de não ter lido antes.
            O livro “Extraordinário”, escrito pela autora R.J. Palacio, conta a história de um menino chamado August Pullman, que nasceu com uma síndrome que consequentemente fez ele ter uma severa deformidade facial. Auggie estudava com a sua mãe em casa, sendo assim nunca tinha ido para uma escola, então o livro conta, na visão de Auggie, como é entrar como aluno novo no quinto ano, e como é difícil fazer amigos já que o Auggie tem uma cara muito diferente dos demais. No decorrer do livro, Auggie consegue fazer muitos amigos como: o Jack Wll, a Summer Dawson e a Miranda Novas. Mas também faz um grande inimigo, o Julian Albans.
Quanto mais você ler o livro, você começa a fazer uma ligação com o Auggie, fazendo você se sentir triste quando ele está triste e feliz quando ele está feliz, porque você conhece o Auggie por dentro e começa a ignorar as suas características por fora, então quando, por exemplo, o Julian fica fazendo Bullying com o Auggie, ou quando o melhor amigo dele fala mal dele para parecer “legal” aos outros, ou quando também ele entra em uma briga, você querendo ou não vai começar a desgostar de quem faz algo mal a ele.
            Esse livro é um dos poucos livros que fez eu sentir o que o protagonista realmente sentia, eu acho que isso aconteceu por que ele explica bem o que o Auggie pensa e como ele lida com as coisas que ele tem que enfrentar. Apesar de não ter mistério ou aventura, é um ótimo livro porque podemos relacionar tudo com o que acontece com o nosso cotidiano.
            Enfim, recomendo esse livro para você ler.

Nicholas
9º ano


quinta-feira, 5 de julho de 2018

Leitura em todo e qualquer lugar

         Um dos vários livros que eu peguei esse ano na biblioteca da escola Sarapiquá foi o “Harry Potter e o Enigma do Príncipe”. Escolhi esse livro, além do motivo de que estava lendo os livros anteriores dessa coleção, pois já havia lido essa série duas vezes anteriormente, e resolvi lê-la novamente. Todos os livros dessa coleção foram escritos pela autora J. K. Rowling.
            Achei esse livro um dos melhores de série, se não o melhor. Isso se deve ao fato de que toda vez que eu parava de ler, me arrependia. Também me deixava com vontade de lê-lo o tempo inteiro e em qualquer lugar. Por isso, sempre que eu ia para algum lugar, levava o livro junto, na esperança de poder usufruir do prazer de lê-lo.
            Essa edição trata da continuação da história de Harry Potter, um garoto que até os seus onze anos de idade, desconhecia pertencer a outro mundo, o mundo da magia. Isso se devia a seus pais terem morrido quando ele, Harry, só tinha um ano. Graças a isso ele foi morar com seus tios que não o contaram nada.
            Mas isso é a história do primeiro livro da série e estamos tratando do sexto, neste texto. Eu particularmente gostei muito desse livro em específico, pois conta uma história diferente se comparado aos outros, porque a personagem principal, Harry Potter, descobre mais coisas do passado, relacionadas a ele ou coisas que ele deveria cumprir, como uma profecia, para não ser muito específico. Mas, sem enrolação, vamos a história desse livro.
            Após Harry entrar em Hogwarts, sua escola, depois das férias, ele descobre que poderia fazer aulas de poção, então resolve fazê-las. Entretanto ele não tinha comprado os livros e pega um usado da escola. Logo ele percebe que no livro havia inúmeras anotações, o que o ajuda a ir bem às aulas. Ao mesmo tempo em que isso acontece, ele começa a ter aulas particulares com o diretor, mas não para melhorar em alguma matéria, mas sim ver lembranças e descobrir coisas do passado de Voldemort, o seu pior inimigo e quem havia matado seus pais. Nessas aulas ele descobre o que são Horcruxes, (e se você também quer descobrir o que são, aconselho a ler esse livro), a partir de uma lembrança que ele próprio tinha sido incumbido de conseguir.
            Nessa mesma aula ele descobre que poderá ir, junto de Dumbledore, na busca da próxima Horcrux. E é isso que acontece em seguida: ele é chamado ao escritório do diretor para ir onde ela se encontra. Ao chegarem ao local, o professor tem de beber uma poção bem suspeita e começa a sofrer, nesse momento ele resolve parar de querer bebê-la e Harry começa a se desesperar. Essa é minha parte favorita do livro, e talvez da história de todos os livros e filmes de “Harry Potter”, pois achei bem escrita, mas além disso excitante e cheia de aventura e suspense, porque não se sabe, naquela hora, o que viria a acontecer. Após isso, mortos-vivos atacam Harry e o diretor, então eu não sabia se os dois iriam morrer ou outra coisa. Aconteceria alguma incerteza dessas se eu não soubesse que existia uma continuação, outro livro.
            Depois dessa aventura, ouve outra ocorrência importante na escola de magia: Draco Malfoy, um estudante bastante chato e inimigo de Harry, consegue trazer para dentro de Hogwarts, alguns comensais da morte, seguidores de Lorde Voldemort. Nessa parte da história, Draco consegue encurralar o diretor, mas nessa hora chega Snape, o professor de “Defesa Contra As Artes Das Trevas”, e ao invés de ajudar Dumbledore, ele o mata. Em seguida, foge com Harry o perseguindo, sem nada adiantar.
            Como já deixei bastante claro, eu adorei ler esse livro pela terceira vez. Por isso recomendo que você, leitor, o leia, mas não sem antes ler os volumes anteriores da série, pois, como já disse, este é o sexto, se não você não iria entendê-lo. Além do mais utilizei, neste texto, termos como Horcrux, que você talvez não tenha compreendido, por isso, e repito novamente, leia os livros de “Harry Potter”, pois são muito interessantes e divertidos.
Pedro K.
7º ano



Além da Magia

Eu conheci este livro no dia do meu aniversário de 12 anos, eu ganhei ele da minha amiga Beatriz. Você também já ganhou, com certeza, um...