segunda-feira, 29 de julho de 2019

O arqueiro


LEE, Tony. Robin Hood: a lenda de um foragido. 2 ed. São Paulo: SM, 2009.

O livro que li e do qual vou contar a história é uma versão em quadrinhos do ROBIN HOOD: a lenda de um foragido. O roteiro é de Tony Lee, as ilustrações de Sam Hard, colorização de Artur Fujita e tradução de Marcos Bagno.
 Eu gostei muito do livro por mostrar a história do Robin Hood com seu lado mais cruel, sem a magia dos contos de fadas, mas com sangue, mostrando que naquela época os mais fortes e ricos governavam enquanto o povo sofria. Começamos a história do nosso herói ainda criança com seu pai em uma carroça na floresta, quando eles são abordados por um bandido que tenta assaltá-los, mas o pai de Robin reconhece o ladrão e começa a conversar com ele, até o bandido ser acertado por uma flecha. Logo em seguida chega uma tropa que captura o bandido e o leva para a forca. Prestes a ir para a forca, o bandido fala para Robin não seguir o mesmo caminho que ele, Robin jura. Logo depois ele é levado para forca e no meio do enforcamento o pai de Robin acaba com o sofrimento do bandido botando uma flecha em seu coração dizendo que ele já tinha salvado sua vida inúmeras vezes e não merecia morrer assim.
Patrick, que é pai do Robin, é confrontado pelas autoridades, mas por ele ser um lorde não fizeram nada com ele. Desde aquele dia o Robin pediu a seu pai para treiná-lo e Patrick disse que para isso não seria mais seu pai, de agora em diante seria seu mentor.
Depois disso, tem um salto no tempo e vemos Robin adulto recebendo uma carta comunicando sobre o falecimento de seu pai e dizendo que era para ele voltar para se tornar o novo lorde de Sherwood. Ao chegar na floresta de Sherwood ele vê vários homens espancando um menino que já estava no chão, ao ver aquilo ele pula de seu cavalo e derrota os homens que revelam ser soldados de sua majestade. Assim, Robin erguendo uma espada ao homem disse: volte para sua majestade e diga que em breve Robin de Loxley irá lhe fazer uma visita.
Novamente a cena é cortada e vemos o homem que confrontou Robin contando a sua história para o xerife que se irritou e começou a achar que esse tal Robin era uma farsa e fica querendo prendê-lo. Até que entra pela porta Robin com um servo nas costas e começam uma discussão, até que uma Lady entra pela porta e...
Não irei contar mais nada, pois acho que se você leu até aqui significa que gostou da história, então terá que ler o livro.

Kaíque
7º ano


segunda-feira, 17 de junho de 2019

A Salvação da Deusa


No terceiro livro da série de Rick Riordan, Percy Jackson é chamado pelo seu amigo sátiro Grover, que encontrou numa escola militar dois irmãos meio-sangue bastante poderosos, Bianca e Nico di Angelo, que ainda não sabem de quem são filhos. Portanto, sempre que Grover tenta se aproximar dos irmãos, um manticore disfarçado de professor na escola o atrapalha.
        Percy, Thalia, e Annabeth depois chegam na escola e lutam contra o manticore. Quando estão quase perdendo, chegam as caçadoras de Ártemis e derrotam o monstro. Quando ele está prestes a fugir, Annabeth tenta o impedir e é derrubada para dentro de um penhasco junto com o manticore, deixando todos abalados, inclusive o leitor.
         Percy e seus companheiros voltam para o Acampamento Meio-Sangue com as caçadoras e os irmãos Di Angelo, depois de Bianca ter aceitado se tornar uma caçadora. Ártemis vai atrás de caçar o monstro e salvar Annabeth e, após dias sem notícia da deusa, o Oráculo surge de repente, com um ar de suspense, e declama a seguinte profecia:

A oeste, cinco buscarão a deusa acorrentada,
Um se perderá na terra ressecada,
A desgraça do Olimpo aponta a trilha,
Campistas e Caçadoras, cada um brilha,
A maldição do titã um deve sustentar,
E pela mão do pai um irá expirar.

            Quíron, Dioníso e os outros líderes do acampamento escolhem quem irá para resgatar Ártemis, e escalam Thalia, Grover, Zoë, e Bianca, e depois Percy, com a ajuda do pégaso Blackjack, atravessa o país e acaba unindo-se aos outros na missão.
            Na batalha final, Bianca di Angelo acaba morrendo, e Zoë também morre nas mãos do pai, o titã Atlas, cumprindo a profecia feita pelo Oráculo. Também é descoberto que Nico e Bianca são filhos de Hades.
            Gostei muito do livro, gostei bastante da forma como o autor descreve os personagens e as situações em que eles são colocados, e acho que irei ler o próximo livro da série.

Lucas
8º ano


quarta-feira, 29 de maio de 2019

A história de uma cidade


        Este livro, “Blumenau sua história”, foi escrito por Marita Deeke Sasse. Eu vou ser bem sincero, eu peguei este livro pelo fato de ele ser bem curto e também porque eu estava com preguiça.
        Este livro que eu peguei é um livro de histórias curtas que contam como Blumenau foi fundada. Nele não personagens principais. Eu vou contar duas histórias dele.
        A primeira história se chama “A viagem”, que trata de um jovem de 27 anos que virou doutor e que fez uma viagem para o Brasil, em 1846, que durou 3 meses. E depois acaba a história sem dizer mais nada.
      A segunda história se chama “A chegada”, que se passa em 1850 e fala do mesmo jovem da história “A viagem” que chegou em terras que pertenciam a índios. Lá eles fizeram um engenho e um rancho. E no final tem um trecho assim:
“E começou então
o primeiro capítulo da história
de uma cidade”.
         Obs: O jovem das duas histórias é alemão.
        Eu não achei esse livro tão interessante, mas se você está com preguiça de ler (tipo eu) e quer um livro curto para terminar logo, eu recomendo. Eu não sei quando o livro foi lançado, mas ele tem cara de ser meio antigo. Se você quer saber o resto da história, vá ler o livro em vez de ficar jogando free fire.
Heitor
7º ano

terça-feira, 28 de maio de 2019

Decepção encantada

      Como uma grande fã da autora deste livro, Kiera Kass, assim que terminei a coleção de livros “A seleção”, decidi ler “A sereia”, tendo 99,9% de certeza que eu ia amar o livro tanto quanto eu amo a outra coleção, mas acabou que não foi muito assim.
     O livro conta a história de Kahlen, uma jovem de 19 anos que viajou em 1983 com sua família em um navio que veio a naufragar tornando ela, a única sobrevivente do acidente. Mas sua segunda chance tem um preço: ela teria que se tornar uma sereia e, durante 100 anos teria que atrair pessoas com sua voz humana para o fundo do mar, para a morte. Em seu octogésimo ano de pena, ela estava sentindo um remorso gigantesco por todas as vidas que ela tirou, e se sentia ainda pior por saber que teria que continuar tirando vidas por mais vinte anos. Por mais que não suportasse colaborar com aquilo, a água a considerava seu braço direito, já que ela nunca a desobedeceu.
    Ela cumpria sua tarefa muito bem até conhecer Akinli, um humano pelo qual ela se apaixonou, mas não podia ficar com ele e nem mesmo falar com ele, já que sua doce voz o levaria pro mar e o mataria, e a água não permitia que Kahlen se apaixonasse por humanos.
    Diferentemente de “América” (a principal de “A seleção”), logo no começo do livro não suportei muito menos me identifiquei com Kahlen, para mim ela era uma personagem fraca, mimada e egoísta. Além disso, achei o começo do livro bem confuso por misturar alguns flashbacks do naufrágio do navio com o tempo atual da história, trazendo muita informação de uma vez só para introduzir a personagem, a trama do livro e como ela se transformou em uma sereia em dez ou menos páginas.
     Um ponto alto do livro é que por mais que venha uma bomba de informação logo no início, isso abre mais espaço para personagens coadjuvantes sejam melhores explorados e desenvolvidos, e até deixar a principal cada vez mais humana e suportável por estar apaixonada e por estar se relacionando com pessoas de verdade, não só as seduzindo para o mar ou as observando de longe.
      O livro, por mais que cheio de detalhes que eu não gostei, é bom para uma leiturinha paralela (e para se acostumar com tipos de protagonista diferentes, sempre costumamos ler histórias apenas com protagonistas de que gostamos) e é interessante que podemos ver meio que uma mistura da pequena sereia e o seu príncipe em um só personagem.
     Minha frase favorita do livro foi dita pela Água, que é retratada como uma personagem malvada, mas que mostra até que bastante compaixão em sua frase explicando o porquê de não transformar mulheres casadas e com filhos em sereias, mostrando que sempre há o bem no mal e o mal no bem:

“— As esposas sentiriam falta dos maridos. Cantar uma canção que seduz principalmente os homens seria excruciante para uma esposa fiel. E separar a mãe de um filho é o ápice da crueldade.”

Vallentina
8ºano



segunda-feira, 27 de maio de 2019

Os Incríveis Peculiares


O livro “Contos Peculiares” é um “extra” do livro O orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares (que até virou filme), como o Quadribol através dos séculos de Harry Potter, é bem legal quando fazem uma espécie de complemento para a história original, para os fãs saírem um pouco da visão dos protagonistas sobre o universo do livro ou filme, e é exatamente isso que o "Contos Peculiares" faz.
          O livro é uma coletânea de 10 histórias sobre peculiares. Vou dar uma breve introdução sobre o Mundo Peculiar, os peculiares são pessoas que têm alguma peculiaridade, não como heterocromia ou conseguir lamber o próprio cotovelo, mas algo como um poder de super-herós. Existem variações de peculiaridades, as mais comuns, como ler pensamentos, e as mais raras como domar pesadelos (uma das habilidades de uma personagem no livro)
          Eu não sei dizer quais sãos as minhas histórias preferidas porque todas são simplesmente muito boas. Eu vou falar das que eu achei mais interessantes.
A primeira história leva o nome de Os esplêndidos canibais, é uma história sobre uma aldeia chamada Swampmuck onde todos são peculiares que regeneram os membros. um dia eles conhecem canibais e os aldeões começam a vender seus membros e ficar ricos, até que começam a vender seus narizes, olhos, bocas etc.,coisas que eles não conseguem regenerar, até que todos (exceto um) viram cotocos, cegos, mudos e surdos e servir de alimento para canibais para sempre deve ter uma lição de moral por aí sobre ganância, mas cada um interpreta do jeito que quer.
A segunda história tem o nome de Cocobolo, essa tem um furo, que é explicado no livro original, como o pai e o filho serem peculiares sendo que a peculiaridade pula uma geração, mas enfim. Um oriental descobre que é peculiar e começa a se transformar em uma ilha humana (é isso mesmo, uma ilha humana) e começa a ficar louco e não quer ver água pelo resto da vida, daí ele cola os poros com cola, amputa os pés e coloca açafrão nas axilas. Tudo isso para não virar uma ilha. Ele faz outras coisas como nunca beber água e tudo mais, mas então um dia, depois de uns anos, uma lágrima saiu do olho dele e ao ver água ele virou uma ilha gigante, seu sangue virou ouro líquido e suas lágrimas viraram rubis, então ele foi para o mar e ficou com o pai para o resto da vida. Fim.
 A terceira história é sobre uma menina que vê fantasmas e perdeu a irmã, mas ela ainda brinca com a irmã fantasma, depois a irmã tem que ir embora e a menina fica sem amigos, então ela aluga uma casa mal-assombrada, mas mesmo assim nenhum fantasma quer ser amigo dela :( Então ela acha um cara que tem uma casa assombrada, e a menina se casa com ele, tem filhos e no final ela encontra a irmã.

Outras histórias:
A princesa da língua bifurcada - uma princesa não consegue se casar porque tem uma língua bifurcada e escamas nas costas.
A primeira ymbryne - é a história da primeira ymbryne (leia o livro para saber o que são).
As pombas de St. Paul - (essa história é contada no livro original) umas pombas ficam pedindo para arquitetos construírem lugares para elas morarem (a pior história se comparada as outras).
A menina que domava pesadelos - história que merece um Oscar, eu poderia falar por horas dela, mas para resumir é uma menina que usa sua peculiaridade do jeito errado e mata várias pessoas.
O gafanhoto - um menino com um coração grande demais (literalmente) vira um gafanhoto gigante e outros animais, até receber o amor do pai de volta.
O garoto que podia controlar o mar - fantástica história também, é sobre um menino que mostra seus poderes para as pessoas erradas e todo mundo odeia ele e quer usar sua peculiaridade como objeto.
A história de Cuthbert - (também aparece no livro original) é uma história bem triste na versão original do livro, em que um gigante que ajuda os animais é transformado em pedra por uma bruxa (mas continua vivo) e fica gritando por socorro até sua garganta virar pedra.

Eu gostei bastante das histórias desse livro, e é um livro bem bonito, o autor sai bastante das histórias comuns, mesmo com uma história de uma princesa que não consegue se casar transformando em algo super “uau”. Eu queria que ele escrevesse mais livros porque eles conseguem ser bem peculiares.

Bernardo B.



sexta-feira, 24 de maio de 2019

As estranhezas de Gravity Falls


Primeiramente vou escrever como conheci este livro chamado: Gravity Falls, o diário perdido. Gravity Falls, além de ser um livro, também é uma série de que minha prima e eu somos fãs. No Natal, ela pediu esse livro de presente. Queria saber como ele era, mas para não atrapalhá-la em sua leitura perguntei para minha mãe se poderia pegar uma amostra grátis do livro no Kindle (um aplicativo para leitura de livros digitais). Li até o quanto pude e amei o livro, por isso pedi um para mim também, e como gostei muito, estou fazendo essa produção textual sobre ele.
 No início, o livro/diário é escrito por um autor não identificado (se você já tiver assistido à série, vai saber quem é) que fala de todas as estranhezas que ele vê em Gravity Falls, a cidade que tem o LCÔ (Local da Colisão Ômega), que é como se fosse um imã de esquisitices. Esse autor estava construindo um portal interdimensional até que descobriu que estava sendo manipulado por Bill Cipher, um iluminati que queria dominar o mundo. Mas o irmão do autor o empurrou para o portal e o deixou lá por 30 anos.
            Depois de um bom tempo, um garoto acha esse livro/diário abandonado e começa a escrever nele até o dono voltar. O garoto descobre que o dono é seu tio-avô, que voltou do portal, e fica muito feliz, mas ele tem que ir embora, pois só estava em Gravity Falls por causa das férias de verão. Então ele, o garoto Dipper Pines, encerra sua transmissão, pois parou de escrever no livro/diário, mas o moço (Stanford) não.
 Se passam algumas páginas e o homem, Stanford Pines, também encerra sua transmissão... Tá, eu chorei, sim, mas eu não queria que o livro acabasse, principalmente depois de ele falar: “Pela última vez, a menos que nós nos encontremos em um mundo distante, esse é Stanford Pines, encerrando a transmissão.”
 Eu simplesmente super-power-blaster-big amei esse livro, e recomendo para todos.
 Esta é Yasmim, do 6º ano, encerrando a transmissão.



segunda-feira, 15 de abril de 2019

“Ele poderia ser qualquer pessoa”


            Eu resolvi ler o livro “Precisamos falar sobre Kevin”, de Lionel Shriver, por recomendação de um amigo, e acabei gostando bastante. “Kevin” é um menino que aos 15 anos assassina sete de seus colegas, uma professora e um trabalhador da cantina na sua escola. A história é contada através de cartas que a mãe de Kevin, Eva, escreve ao seu marido ausente. Nessas cartas Eva narra sua vida e sua convivência com seu filho desde antes de seu nascimento, e tenta descobrir o porquê da “quinta-feira” (é assim que ela chama o incidente) e se ela poderia ser culpada por aquilo.
            Uma das coisas que gostei no livro foi o jeito como é contado, pois através das cartas, parece que a personagem está conversando com você e você consegue sentir suas angústias. Um fato interessante é que você nunca sabe o quanto pode “confiar” no que Eva conta, pois como ela mesmo fala ela sempre acreditou no pior a respeito de Kevin e realmente é apenas um lado da história.
            É um livro muito interessante, não só pela personalidade perturbadora de Kevin, mas também porque apesar de a personagem principal (Eva) ser tudo que ela diz odiar sobre os Americanos – egoísta, mimada, hipócrita e ignorante – você acaba gostando dela e se importando com o que lhe acontece.
            Gostei muito do livro, tanto do jeito como é contado quanto da história em si, que te deixa querendo saber o que vai acontecer. Recomendaria o livro, mas realmente nem todos iriam gostar pois é uma leitura mais pesada, não só por o personagem assassinar seus colegas, mas também pelos relatos da mãe e seu relacionamento distorcido com o filho.

Frase de Eva se referindo a Kevin (p. 386) :

“Olhando em volta, pensei inquieta: Ele poderia ser qualquer pessoa”

 Luna V. D.
9º ano



O arqueiro

LEE, Tony. Robin Hood: a lenda de um foragido. 2 ed. São Paulo: SM, 2009. O livro que li e do qual vou contar a história é uma versão ...